segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Jornada, 2. Posição, 1!

Aí está. 1 ano e 2 jornadas depois, estamos no nosso lugar natural, que é à frente da classificação.

Apesar das dificuldades de planificação (quer as endógenas, quer as exógenas, sendo de destacar nestas a aberração da UEFA em deixar o mercado de transferências se prolongar pelos campeonatos e competições europeias dentro) estamos já no lugar cimeiro da tabela classificativa, com um percurso irrepreensível de apenas vitórias nos jogos oficiais. Apesar dos árbitros e caceteiros...

O que interessa é que neste momento seguimos embalados e o resto, o melhor futebol, que a espaços já vamos praticando, terá tendência a aparecer cada vez mais.

De notar também o fantástico arranque de forma de Belluschi, renascido. E o bom momento que o Rubén Micael já mostra, apesar de ainda não ter físico para uma partida inteira. O Helton também está inspirado, acho que a braçadeira mexeu com a moral dele e só lhe fez bem! Estou preocupado com as situações de impasse que o plantel ainda tem, porque não mexem só com quem tem um pé dentro e outro fora, mexem também com os outros jogadores e com os adeptos. É o Kleber que não entra, agora é o Otamendi que se arrasta nos jornais, é o Meireles que não é convocado e o Fucile que é convocado e não joga... Até por isto o feito de estarmos a ter tão bom desempenho é digno de registo - veja-se os nossos queridos inimigos lampiões e lagartos o que andam a fazer, eles que estão em situação parecida quanto às indefinições mas numa situação bem diferente do ponto de vista desportivo, onde apesar da época ainda agora ter começado e já estão em crise e convulsões.

Agora, na quinta, há que seguir o bom trabalho e mostrar contra o Genk que não é fruto do acaso estes 4 jogos vitoriosos anteriores, mantendo assim o saudável hábito de ganhar.

Por último, apesar de não ter nada a ver com o nosso FC Porto, uma breve análise ao "caso Roberto". Na minha modesta e sincera opinião, "clubites" à parte, do que vi o moço jogar, acho que ele não tem categoria para um grande, diria mesmo mais, para o nosso campeonato. Vejo nele falhas que, antes de mais, denotam "falta de escola", que vem da formação - a forma como se pendura na baliza, a forma como (não) sai aos cruzamentos, até o posicionamento na baliza denotam pouco trabalho de formação. Pode ser "jeitoso", mas isso temos nós muitos pelos vários escalões e não custam aquela fortuna. Ele foi, claramente, sobreavaliado em termos monetários e desportivos e está a pagar a incompetência de outros, ao ser assobiado e enxovalhado na praça pública como estão a fazer. Ainda gostava de ver os seus relatórios desportivos... Este é um caso, para mim, diferente do Krajl que contratamos há uns anos largos, onde o problema não era a falta de formação, era a falta de jeito e, acredito eu, um pouco de miopia... Foi, de facto, o flop do ano e vai permanecer no anedotário nacional durante longos anos, sem culpa nenhuma própria porque ele faz o que pode e a mais não pode ser obrigado. Obrigado, entretanto, dizemos nós a quem o contratou e gastou rios de dinheiro nele e, ainda, a quem o põe a jogar...

1 comentário:

T Nogueira disse...

Olá,

http://footinmyheart.blogspot.com/

São 4 os grandes do futebol português!

Um grande abraço