domingo, 30 de abril de 2006

O FRETE QUASE ESTRAGAVA A FESTA

Fui ao Dragão com a simples intenção de me divertir e participar na festa do título. Saí de lá 5 minutos antes do jogo acabar. Pena que o jogo não tivesse dado na televisão, porque os resumos não contam o que se passou. E o que se passou deixa-me triste e envergonhado, embora me dê a sensação que fui dos poucos a sentir-me assim no Estádio.
Estou-me a referir ao frete indecente, para não dizer nojento, que o Porto fez ao Vitória. Perante 50.000 espectadores que têm todos os motivos para se sentirem gozados, o jogo miserável não passou só pelo costume - tácticas de Adriaanse e disparates nas escolhas de jogadores como Jorginho e Alan em vez de Lisandro. Nem encontra justificação na natural descompressão de quem já nada tem em disputa e muito menos no "tirar o pé" por causa da final da taça. O que se passou, com todas as letras, é que os jogadores do Porto (com a excepção de Pepe e Ibson), jogaram para ajudar o Vitória a pontuar. Desde o passar bolas ao adversário, passando por não se fazer às bolas, de tudo aconteceu. Na segunda parte, então foi um escândalo. Com um jogador a mais, era vê-los a (tentar) jogar. Só que, coitados, os adversários são tão maus e entraram com uma postura tal de completo derrotismo, que não conseguiram segurar o pontito oferecido. Os falhanços do Jorginho, que por duas ou três vezes não conseguiu marcar ou passar a bola a colegas em posição privilegiada (em lances de 3 contra um) cheiraram muito mal, de tão evidentes. E quando o Vitória lá conseguiu marcar, vim-me embora, revoltado. Para se ser campeão, há que pactuar com a verdade desportiva. E esta não passa por ajudar adversários em detrimento de outros. Muito menos quando o adversário é um adversário hostil, cujos adeptos na maior parte das vezes nos recebem à pedrada.
Felizmente que o Lucho e o Adriano marcaram, não por causa da verdade do resultado de hoje, mas a bem da verdade desportiva do campeonato. Se o Vitória não descer, não ficará exarado na história que foi por causa da ajuda ilícita do Futebol Clube do Porto. Embora se tenha tentado...
Enfim, se o frete não estragou a festa do campeonato, a minha pelo menos estragou. De tal forma que só em casa vi os outros dois golos.

PS - Por falar em fretes, quero ver a capa do Avante Lampião de amanhã perante as graves afirmações de Koeman, que insinuou que os jogadores do Rio Ave estavam feitos com os lagartos. Vamos ver se ainda há resquícios de donzelas ofendidas mediante os insultos...

PS2 - O Aviário do Montijo largou hoje o maior frango da história do campeonato nacional. Foi de tal forma escandaloso, que vai certamente passar nas televisões de todo o mundo. Está em forma. Augura-se um grande mundial...

sábado, 29 de abril de 2006

Diogo Valente já é Dragão


Diogo Jorge Moreno Valente, 21 anos (1984/9/23), nascido em Aveiro, presença regular na Selecção Sub21 de Portugal e esta época 12 vezes titular, 9 vezes suplente utilizado e 10 vezes não utilizado, com 970 minutos jogados e 2 golos marcados pelo Boavista é, segundo declarações do Presidente do FC Porto a vários órgãos de comunicação social, o 1º jogador a ser contratado para a próxima época, estando ainda dependente do treinador a sua inclusão ou não no plantel, apesar de este ter dado o seu aval à contratação.

Mais ainda confirmou o Presidente do FC Porto que o clube irá accionar a clausula que permite comprar o passe do jogador ADRIANO em definitivo. Disse ainda que Miguelito e Saganowski não interessam e que João Paulo, sendo um bom jogador, interessa, mas não confirmou ainda a sua contratação.

sexta-feira, 28 de abril de 2006

O ABOMINÁVEL HOMEM GAÚCHO ENXOVALHA MAIS UMA VEZ OS PORTUGUESES

Os opinion makers o que dizem agora?
Os que sempre defenderam o abominável homem gaúcho, agora o que dirão?
Os que sempre lhe apararam o jogo o que devem sentir?
E a arrogância com que diz que se não fosse ele, Portugal nunca seria Vice-Campeão da Europa (como que ser o 1.ª dos últimos seja um feito inigualável), esquecendo-se que teve que mudar de equipa para o conseguir, DANDO-NOS RAZÃO, QUE SEMPRE DISSEMOS QUE TINHA DE JOGAR COM O MEIO CAMPO DO MÁGICO PORTO, como será sentida pelos seus defensores?
Por mim poderia ir já hoje que já ia tarde...
Mas que me dá um certo gozo ver muita gente a engolir sapos, lá isso dá... Oh, se dá...
Não foi por falta de aviso.
Ah, e enxovalha os portugueses vírgula, porque só o fez a quem deixou ser enxovalhado, o que não foi o nosso caso.
Mais que nunca: "Quem por último, ri melhor"

quinta-feira, 27 de abril de 2006

"Pobres de espírito"

"Reles, impróprio para consumo, miserável, mesquinho, deplorável. A edição de 25 de Abril do jornal A Bola tentou, pela enésima vez, fazer humor à custa do presidente do F.C. Porto, apostando numa canalhice de mau gosto e avançando num caminho sem retorno. O diário desportivo brincou com a gravíssima doença de uma criança para atingir terceiros. Isso diz tudo acerca da escumalha que valida tais critérios.

A azia está para durar. É sempre assim quando o F.C. Porto é campeão ou vence uma competição europeia. Os sais de frutos desaparecem das prateleiras dos hipermercados, as farmácias vendem como nunca embalagens de medicamentos antiácidos, os jornais de tendência sulista assumem as dores dos perdedores. É uma sina inerente a cada conquista azul e branca, um dano colateral que, sinceramente, não justifica mais que um penitente encolher de ombros. Os pobres de espírito não são merecedores de muito mais.

Os portistas há muito estão identificados com a lógica do jornal A Bola e não estranham a diferença de tratamento entre o F.C. Porto e outros emblemas. Todos sabem que isenção e independência estão longe de ser conceitos que norteiam as chefias da Travessa da Queimada. Basta pegar, por exemplo, na edição desta quarta-feira para perceber a mórbida dor de cotovelo que lhes tolhe a visão.

Este caso, todavia, fixou-se para lá de todos os limites da decência. Estamos a falar da morbidez de uma chalaça que, sinceramente, só nos faz ter pena de quem a concebeu e, ainda mais, de quem a aprovou. Ou será que os responsáveis em questão são tão néscios que apenas se preocupam com as suas páginas do jornal, aquelas onde se curvam perante um clube e tentam esbater os feitos dos outros?

O histerismo e a raiva desta gente indecorosa não afecta minimamente o F.C. Porto. A falta de rigor jornalístico só dá vontade de rir. Muito mais que as piadas forçadas e pouco criativas. O que efectivamente revolta é esta leviandade intolerável. A vitória do F.C. Porto em Penafiel e os festejos do 21º campeonato terão constituído uma rara alegria na vida injustamente fragilizada daquele menino. Que tipo de gente consegue brincar com uma coisa destas?"

Encontrei este comunicado na página oficial do FC Porto. Não entendi e como tal fui fazer uma busca ao Avante Lampião em suporte de papel. A origem esteve nesta peça .


( clique na imagem para um tamanho superior)

SIMPLESMENTE DEPLORÁVEL E SEM MAIS QUAISQUER COMENTÁRIOS...

Listagem de Contratações (II)

Nova actualização, esta semana com os nomes habittuais e um italiano desconhecido na pré-reforma, bem ao estilo de jogador para os lampiões...

João Paulo (Leiria)
José Castro (Académica)
Rolando (Belenenses)
Ruben Amorim (Belenenses)
Luís Filipe (Braga)
Andrés Madrid (Braga)
Harrison (Leiria)
Diogo Valente (Boavista)
Saganowski (Vitória)
Duda (Málaga, Espanha)
Seitaridis (Dynamo de Moscovo, Rússia)

Novidades:
Max Tonetto (Sampdoria, Itália)
Miguelito (Nacional)

quarta-feira, 26 de abril de 2006

Diga vinte e um

Por Miguel Sousa Tavares. Os destaques a negrito sou eu que os faço.

1 Aqui há umas duas décadas, faltavam ao FC Porto cerca de vinte títulos de campeão para atingir a marca do Benfica, e uns dez para atingir a do Sporting. Com este 21º título, o FC Porto já leva três de avanço sobre o Sporting e já só está a dez do Benfica— já faltou muito mais! Este foi, porém, de todos os títulos de que me lembro, aquele que menos entusiasmo me causou. Primeiro, porque era esperado, quase obrigatório, face à imensa diferença de qualidade em quantidade entre a equipa portista e os rivais directos; depois, porque à semelhança da época passada, foi um campeonato mal jogado, em que o FC Porto foi apenas o menos mau de todos e o mais sólido na hora da verdade. Onze vitórias por 1-0, entre as 23 arrecadadas até aqui, dizem muito sobre a forma como o FC Porto chegou a este título: foi superior, mas apenas quanto baste e nada ou quase nada nos jogos com os rivais directos—um empate, uma vitória e duas derrotas.


2 O jogo do parto do novo campeão foi um retrato fiel deste estranho FC Porto, no modelo de jogo que Co Adriaanse lhe impôs para o último terço do campeonato: muita posse de bola, grande caudal ofensivo, instalação permanente no meio campo adversário, uma paradoxal segurança defensiva e, depois, uma confrangedora incapacidade ou de criar oportunidades de golo, ou de as concretizar. Contra o último da tabela, o FC Porto criou, como lhe competia, umas cinco ou seis opurtunidades claras de golo, mas apenas lá chegou através de umpenalty—o segundo de todo o campeonato e talvez a única decisão favorável e determinante da arbitragem de que dispôs em toda a época. Chega a ser enervante ver jogar esta equipa que tanto prometeu na pré-época: não se percebe, de facto, o que falta para que os centros do Quaresma sejam aproveitados como merecem, para que o Mccarthy deixe de apontar às traves, o Hugo Almeida deixe de cabeçear todas as bolas para fora, alguém consiga acertar com um livre na baliza. Em teoria, aquilo está tudo certo — o sistema, o andamento, a atitude. Mas depois não funciona, excepto na defesa e muito por mérito desse extraordinário jogador que se está a afirmar como merece, chamado Pepe (obrigado, mais uma vez, José Mourinho!).

3 Já disse que uma das qualidades que eu reconheço sem dificuldade alguma a Co Adriaanse foi a de transformar uma equipa e uma mentalidade de jogo de quase-sarrafeiros, na equipa mais disciplinada e que mais «limpo» joga no futebol português. Esta semana Adriaanse voltou a revelar outra das suas qualidades, tal como aquela, habitualmente arredada do discurso dos treinadores e dirigentes do futebol português. Disse ele que em Portugal todos se preocupam demasiado com as arbitragens e muito pouco com o espectáculo. De vez em quando há alguém que diz o mesmo, mas Adriaanse tem a autoridade de nunca se lhe ter ouvido uma só queixa contra a arbitragem em todo o campeonato: haverá algum treinador da 1.ª Liga que possa dizer o mesmo? Último exemplo em data: o Sporting precisava de vencer em casa uma Naval aflita e desfalcadíssima: jogou apenas 15-20 minutos de ataque convincente e criou não mais de três ou quatro oportunidades, contra duas do adversário. Ao entrar-se na segunda parte, tornou-se evidente que a «táctica» — orquestrada das bancadas para o campo, como é habitual ali—passou a ser a de chegar ao golo através de penalty. Foram quatro ou cinco os reclamados, por tudo e por nada e com o apoio militante dos comentadores da Sport TV (também já um «clássico»). Contas feitas, porém, houve apenas um lance, que não há a certeza se fora ou dentro da área, e em que dois jogadores se agarram à vez, terminando com a queda do jogador do Sporting e que talvez, talvez, se possa considerar penalty. Mas foi um lance completamente fortuito, que não resultou de qualquer ataque perigoso ou de jogada que o justificasse. Foi quanto bastou para que, pela enésima vez, treinador e dirigentes sportinguistas lá viessem com a ladainha do costume de que só não ganharam por causa do árbitro e que há suspeitas de que alguém lhes quer tirar o segundo lugar para o dar ao Benfica. E, no final, lá estava o repórter da Sport TV a iniciar a entrevista a Paulo Bento, não com uma pergunta, mas com uma opinião: «O Sporting, que tem razões de queixa da arbitragem...». Porque não lhe perguntou antes se o Sporting só conseguia vencer a Naval em casa de penalty? E se ele achava que era um eventual ✒ penalty não assinalado que podia justificar uma exibição tão falhada? Mas é este tipo de jornalismo, que vive obcecantemente à procura do «caso» de arbitragem, preferindo acirrar a polémica permanente do que defender o espectáculo, que contribui decisivamente para o clima de desresponsabilização onde sempre encontram conforto e desculpa os fracos e os falhados.

4 Mudam-se os tempos, muda-se a classificação, mudam os suspeitos — quanto mais não seja, para dar folga ao «suspeito do costume». Luís Filipe Vieira, agora o alvo das suspeitas sportinguistas, fez saber, por seu lado (não é para valer, mas faz de conta...), que só se recandidata se avançar o processo «Apito Dourado» e se «houver uma limpeza no futebol português ». E esta atitude, como sempre, é apresentada como uma coisa muito digna e louvável, da parte do presidente do Benfica. Mas porque é que ninguém lhe lembra que o principal arguido no «Apito Dourado» é precisamente o homem que ele escolheu como parceiro estratégico para «limpar o futebol português»? E porque é que ninguém lhe lembra que a estrutura que precisa de ser «limpa» é precisamente aquela que ele montou, a meias com Valentim Loureiro, na Liga e nas suas comissões de Arbitragem e Disciplinar—e cuja conquista, recorde-se, ele afirmou ser essencial para que o Benfica pudesse voltar a ser campeão, como foi no ano passado e nas circunstâncias em que o foi? Melhor do que esta só mesmo o sr. Stanley Ho a recomendar aos jogadores que sejam prudentes nos seus casinos...

5 Previ aqui há tempos que o Vitória de Guimarães—um clube pelo qual sempre tive simpatia—desceria esta época. E desceria pela simples razão de que joga, talvez, o pior e mais ineficiente futebol que eu vi jogar neste campeonato. Mas depois dessa previsão, o Vitória começou a recuperar devagarinho e surgiu a hipótese da salvação no último jogo ou no último minuto. Mas não creio que venha a haver milagre: não acredito que o FC Porto ou Adriaanse se disponham a facilitar no domingo e, depois disso, já não haverá margem de salvação. Lamento dizê-lo, até porque os seus adeptos não mereciam de forma alguma tal sorte, mas a descida é merecida. Não vale a pena, aqui também, inventar cabalas e conspirações. Nem tudo o que parece não o é: e a mim parece-me que o Vitória nunca mostrou futebol para a 1.ª Liga.

O que fazer?

Kadafi dos Pneus em afirmações bombásticas para uma certa imprensa fez saber que só se "recandidata se avançar o processo «Apito Dourado» e se «houver uma limpeza no futebol português»".
Relativamente ao Apito Dourado, não há dúvida que houve desenvolvimentos no processo, tal como esperado pelo Kadafi. Afinal Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa já não consta como Arguido no processo, pois concluiu-se pela sua inocência e que afinal, PASME-SE, o Mágico Porto havia sido prejudicado no jogo em questão.
Os pasquins e restante aglomerado de infieis recebeu esta notícia como uma autêntica bomba, em fim-de-semana em que nos sagramos Campeões. Afinal lá se foi mais uma desculpa para o facto de o Mágico Porto dominar desde o 25 de Abril o futebol português e de se encontrarem a lutar por um lugar na Champions ainda este ano.
Quanto à outra condição para a recandidatura do Kadafi dos Pneus, não sei como tal é possível. É que a limpeza do futebol português começa pelo afastamento do Kadafi e do José Corrupto Dragão de Ouro e sinceramente não sei como será possível aliar a recandidatura com esta limpeza.
Mas como os pasquins ainda dão crédito a palavras deste senhor, pelo menos ainda nos podemos ir rindo durante a semana, já que o Fernando Rocha só no faz rir na televisão à Segunda-feira e deixa o resto da semana para os palhaços...

terça-feira, 25 de abril de 2006

ELES ANDAM COMPLETAMENTE DESESPERADOS

Pois é. Pensavam que a oferta do campeonato do ano passado se traduziu num retrocesso na história do País e que, de repente, estavam de volta os tempos mágicos do 24 de Abril de 1974. O guião, de facto, era o mesmo. A Liga, composta pelos compinchas. Os árbitros estudaram as mesmas Leis do Jogo pela sebenta do inocente Inocêncio. As equipas das redondezas da Capital do Império, sempre subservientes e solícitas para ofertar seis pontos por ano. Nem que seja ao sol Algarvio.
Como cereja no topo do bolo, o processo Apito Dourado. O País transbordava felicidade e auspiciava-se uma pujança económica a breve prazo, graças à alegria no trabalho dos bons chefe de família de Portugal.
Eis senão que tudo não passou dum sonho. Ou pesadelo. De repente, apesar de seis ou sete pornográficas arbitragens consecutivas (a caminho dum recorde ímpar na hstória da agremiação), vêem-se a 11 pontos do clube regional. Mais grave ainda, têm que disputar o 2º lugar com os rivais da capital, com os quais têm um pacto abençoado pelo Dr. António - por cada 3 que um ganha, o outo ganha um. Num ápice, na própria Avenida da Liberdade, largas centenas de Adeptos do clube regional exultam de alegria. Que saudades, Dr. António... noutros tempos mandava-se a PIDE acabar com a arruaça. E a RTP no dia seguinte censurava a informação. Mas hoje, são permitidas todas as liberdades a esses criminosos... E por falar em criminosos - não se faz. No dia em que Pinto da Costa comemora 24 anos à frente do clube provinciano, o Ministério Público resolve oferecer-lhe o arquivamento do Apito Dourado. Só pode ser corrupção. Ainda por cima, concluem os agentes do DIAP (ai que saudades da PIDE), o beneficiado pela arbitragem de Jacinto Paixão no jogo com o Estrela foi ... o Estrela!
O desespero é tanto, que certa e determinada comunicação social parou no dia de ontem (para os mais distraídos, 24 de Abril). Em vez de se abrir noticiários com o arquivamento do processo (tal qual fizeram aquando o início do mesmo), relega-se para o fim. E o que dizer da bíblia do desporto?

No fundo, até se entende este capa. O mais lógico seria noticiar-se o aludido arquivamento. Mas não. Como formador de opinião pública, a Bíblia pegou no assunto com competência. Tal como o Ministério Público insultou o País com o arquivamento, os , certamente dopados, atletas provincianos (já percebemos o gesto educativo de N. Gomes) insultaram os briosos atletas encarnados. Assim, num exemplo formidável de bom jornalismo, com um único título e imagem, criticam clube de Bairro e Ministério Público, no fundo os dois cancros da democracia portuguesa. Desta forma já ninguém se lembrará de perguntar porque é que as comemorações foram no sábado, dia do jogo, e esta relevantíssima notícia surge 3 dias depois.

segunda-feira, 24 de abril de 2006

São 25 títulos e não 21: palmarés oficial

Não percebo porque dizem que este é 21º título quando, na realidade, é o 25º!

Basta ver que para além dos 20 Campeonatos Nacionais (incluí Superligas) ganhos em 1938/39, 1939/40, 1955/56, 1958/59, 1977/78, 1978/79, 1984/85, 1985/86, 1987/88, 1989/90, 1991/92, 1992/93, 1994/95, 1995/96, 1996/97, 1997/98, 1998/99, 2002/03, 2003/04 e 2005/06, teremos de somar o Campeonato da 1ª Liga conquistado em 1934/35 e ainda - e estes desconheço porque razão a imprensa constantemente omite e não contabiliza - os 4 Campeonatos de Portugal conquistados em 1921/22, 1924/25, 1931/32 e 1936/37. Tudo junto dá 25. E o resto, são cantigas...

O PORTO ESTÁ NA RUA

O novo single para todos nós:
O PORTO ESTÁ NA RUA