terça-feira, 30 de novembro de 2004

VERMELHICES

Tiradas do famoso site com o mesmo nome.


É O BICHO, É O BICHO...



Não deixa de ser simbólico que a nossa liderança tenha o cunho do Bicho. Apesar da asneira da expulsão. De qualquer forma, o que eu retenho do jogo é uma primeira parte em que podíamos estar a vencer por 2 ou 3 e uma segunda parte de mangas arregaçadas. Se até há pouco tempo só tínhamos solistas, agora já temos orquestra. O que vale por dizer que temos equipa.
Mas vamos por partes:

Pontos altos:
1 - Golo do nosso capitão, pelo simbolismo.
2- Equipa unida, tal como contra trauliteiros e russos, o que me faz respirar de alívio.
3- Harry Potter. Não são precisos mais comentários.
4- Mais uma vez, Zé Bosingwa.

Pontos baixos:
1- Expulsão desnecessária do Bicho. Estava toda a gente a ver, menos ele e o treinador.
2- Treinador. Inconcebível não ter tirado o Bicho, quando toda a gente estava a prever que ele não chegava ao intervalo. Para cúmulo, mete o Pepe em vez do Areias (deslocando o Ricardo Costa para o meio), esse coveiro-mor. Não contente, tira o Mágico Harry Potter, que estava mais uma vez em dia sim e a fazer gato sapato da defesa setubalense. Com um jogador a menos (ou dois, se contarmos com o Postiga), só ele poderia impor respeito e manter aquela defesa sem subir e toda borradinha. Por fim, o César Peixoto... Dúvidas não há que não temos treinador. É um cavalheiro, boa pessoa, mas faz substituições perfeitamente disparatadas que há muito não se viam por estas bandas. E o maior sacrificado é sempre o Gipsy King.
3- Hélder Postiga. Para um jogador que precisa urgentemente de mostrar serviço, uma vez que é a 4ª opção, e de justificar a troca pelo Pedro Mendes, brincar no lance de génio do Quaresma e permitir-se a veleidade de, em vez de fuzilar à boca da baliza, tentar um calcanhar artísitico, só resta deixar sequer de ser convocado. Se estivéssemos a ganhar por 5 ou 6, até podia ter desculpa. Mas num lance que podia matar o jogo fazer aquilo, se o treinador (voltamos ao ponto anterior)fosse o Mourinho, não tenho dúvidas que teria sido o último lance dele no jogo.
4- Arbitragem, de novo. Nada a dizer na expulsão, mas que dizer do defesa esquerdo e das sarrafadas no Harry Potter? E aquele penalty do Hugo Alcântara, que impedindo o golo, daria também expulsão? E a entrada do Jorginho no Giourkas, em que não foi assinalada falta? Já começa a chatear. Mas é sinal que tudo voltou ao normal. E a prova disso é a capa de hoje do Avante Lagartão:

São ridículos. No dia seguinte ao jogo de Setúbal e em que há uma nova liderança isolada na Superliga, pegam num fait divers e escarrapacham na 1ª página. Mas ainda por cima repare-se. Lagartos no topo da Europa em termos de golos marcados... mas em 2º, porque o Arsenal marca mais... Amanhã certamente teremos a Avante Lampião com uma 1ª página mais ou menos deste género:"Benfica no topo da Superliga. Só Porto, Boavista e Braga estão à frente."



PS - Ò Furball, conforma-te lá e paga mas e o jantar ao Dragão.

segunda-feira, 29 de novembro de 2004

LÁ SE ENTERRARAM OUTRA VEZ

E acabou a restea do sonho dos lampiões.
Afinal, este ano já nem o Natal vão poder passar descansados a sonharem com o título.
O blog do Dragão avisou essa pseudo-associação da segunda circular que não valiam a ponta de um corno e que mais tarde ou mais cedo iam começar a cair por aí abaixo que não ia ser farelo.
Lembram-se desta imagem que postei faz uns tempos?

Pois bem, os gorilinhas já voltaram ao normal e já andam calados que nem ratos. É que agora já nem têm ministro nem coisa que os valha para apresentar DVD´s, nem sequer falam da arbitragens.
Perante as falhas sucessivas, acabaram-se as ideias para tentar enganar os gorilinhas. Também sei que agora vão começar com a história do Robinho a semana toda e depois os jogos da Taça UEFA e coisas que o valham.
Mas para quem andava com a crista bem alta, agora de cabeça muito rastejante.
São exactamente como os gorilinhas a quem só funciona maio cérebro e que engolem tudo o que lhes dizem, para depois entrarem em depressão.
O Kadafi dos pneus disse na semana passada que começaria a festejar o título na cidade do Porto. Pois, como ele é sócio do Mágico Porto, não tenho a mínima dúvida que quererá festejar o nosso título.
Ganhem juízo e apareçam quando tiverem algo que se veja. Agora andar a fazer a festa, lançar os foguetes e apanhar as canas quando só têm pólvora seca, é mesmo de um clube de pequena dimensão. Sim, porque ainda há poucos dias os adeptos do Vitória de Setubal faziam uma festa de arromba só porque iam em primeiro e quando os vi, lembrei-me logo dos lampiões no início da época.
Enfim, mudam-se os tempos mas não se mudam as atitudes, porque há pessoas que não aprendem com os erros.
Outra vez,
Outra vez,
Campeonato c´o car"#$% outra vez...

quarta-feira, 24 de novembro de 2004

UM SENHOR!



Foi isto que escrevi na última sms que mandei ao Dragão, referindo-me ao Zé Bosingwa. Ou simplesmente, Zé, como nós lhe chamamos. Numa exibição personalizada de toda a equipa e diante daquela tempertura glaciar, gostei do que vi. Mas o destaque vai para o Zé. Intransponível a defender, não perdeu um lance. Com uma classe e uma calma impressionantes. E ainda ajudou o ataque, fazendo por exemplo, um grande centro para o Maniche no início do jogo. Tal como já fizera contra os parte-pernas da avenida, onde carregou com a equipa às costas.
Pena foi que o Ninja estivesse bêbedo. Não passou uma bola a ninguém, não fintou ninguém e só fez asneiras. Mas pronto, a gente ainda lhe vai perdoando. Um louvor também para o grande golo do Benni e para uma excelente exibição do Nuno.

Tenho só a lamentar o empate do Chelsea. Mourinho poupou uma série de jogadores e tomou uma atitude bastante passiva no banco, deixando rolar os acontecimentos a favor dos franceses, que têm seguramente das piores equipas da história da Liga dos Campeões. Quase 70% de posse de bola a favor do Chelski diz tudo. Drogba falhou uma bola incrível no finalzinho e lá teremos o faduncho lusitano das matemáticas na última ronda. Se os franceses tivessem perdido, tínhamos pelo menos a Uefa praticamente garantida. Agora, podemos nem lá ir. Mas pronto, se ganharmos, como é nossa obrigação, pelo menos à Uefa vamos, isso é certo.

Simplesmente genial!!!

Miguel de Sousa Tavares, in Nortada

"Também queremos fazer queixinhas
O FC Porto, sociedade desportiva de utilidade pública, vem, por intermédio deste que acima se assina (e sem mandato para tal), pedir a V. Ex.ª o favor de uma entrevistazinha a fim de expor algumas coisas que também lhe ocorrem sobre o panorama actual do futebol português.
Em boa verdade, devemos reconhecer que esta ideia nunca nos teria normalmente ocorrido — sendo nós, como os restantes clubes profissionais, oficialmente defensores da independência do futebol face ao poder político. Mas, uma vez que a instituição tomou a iniciativa de o fazer e que V. Ex.ª entendeu recebê-los «por se tratar de uma instituição de referência do desporto nacional», nós atrevemo-nos também a pedir-lhe que nos dispense uma horinha do seu precioso tempo a ouvir as nossas queixinhas, quanto mais não seja para aliviarmos o saco.
Bem sabemos que não nos assiste a mesma representatividade, nem legitimidade para tal, que assiste à instituição. Eles, como se sabe, representam seis milhões de portugueses—o que, somado aos quatro milhões representados pelo projecto, não deixa ninguém mais, em Portugal inteiro, para nós próprios representarmos. Apesar disso, convirá V. Ex.ª que talvez haja a possibilidade de as estatísticas serem, neste caso, um pouco exageradas: embora não representando estatisticamente ninguém (visto que o País só tem10 milhões de habitantes que são integralmente representados, em termos futebolísticos e incluindo criancinhas de berço, velhos já sem memória e inimputáveis, pela instituição e pelo projecto), o facto é que, por exemplo, desde que os nossos três clubes inauguraram os seus novos estádios, aquele que tem mais lugares anuais vendidos e mais assistências médias nos jogos somos nós — estranhamente.
Talvez porque tenhamos levado a sério aquela publicidade que diz que alguns estádios se fizeram para estar vazios e outros não...
Por outro lado, e como V. Ex.ª saberá, dá-se ainda a anormalidade de nós sermos o campeão nacional em título. E, como se tal ainda não bastasse, somos também o campeão europeu em título e, assim a Providência nos ajude, no próximo dia 12 de Dezembro poderemos, pela segunda vez, trazer para Portugal o título de campeão mundial de clubes (mundial, sr. ministro!).
E, como se tal ainda fosse pouco, somos também, e desde há vários anos, o único clube português que integra o chamadoG-14, o restrito grupo que representa todos os clubes europeus junto da UEFA e da FIFA. Embora, como os outros lhe dirão, tudo isto derive apenas das arbitragens, há que convir, senhor ministro, que esta de ser o clube português com mais títulos internacionais conquistados e de sermos ainda, este ano, mais uma vez, detentores dos títulos de campeão nacional de futebol, hóquei, básquete e andebol, deixando para a instituição e o projecto pouco mais que o futsal, háde levarV.Ex.ª a conceder-nos o favorzinho de uma audiência.
Enfim, não ignoramos também que, face à instituição, temos por nós a desvantagem de não ter ido em devido tempo, isto é, na véspera das últimas eleições legislativas, em romaria da nossa direcção, e acompanhados pelo então presidente da câmara de Lisboa e hoje primeiro-ministro, apresentar os nossos respeitos e solidariedade numa manifestação de campanha a favor do partido que nos governa e de que V. Ex.ª é lídimo representante. Mas, se o não fizemos, foi apenas porque, não só não tínhamos e não temos as dívidas de gratidão para com o então presidente da câmara de Lisboa que a instituição e o projecto têm, como também e uma vez mais, nos convencemos que era a sério aquela de separar o futebol da política—ingenuidade de que ora nos penitenciamos expressamente.
Também sabemos que já vem de trás este privilégio natural de a instituição ser recebida pelos governantes, sempre que o requeira. Ainda retemos na memória aquele saudoso presidente da instituição, ora em liberdade condicional, a ser recebido com pompa e circunstância pelo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, para lhe fazer entrega de um cheque sem cobertura para pagar as dívidas da instituição ao Fisco (dívida essa que depois, como se sabe, veio a ser misteriosamente esquecida de ser denunciada e executada pelo Fisco...).
E veja, excelência, que ainda agora, depois de ter organizado um jogo de futebol contra nós em que violou os regulamentos sobre a venda de bilhetes ao adversário, passou a semana antes do jogo a acirrar os ódios contra nós, pôs em causa a segurança dos nossos adeptos no seu estádio, entalando 3000 deles num espaço para 1500, e acolhendo os nossos adeptos à pedrada, a instituição conseguiu ser recebida pelo seu colega da Administração Interna, a quem terá ido requerer a abertura de um processo-crime contra o sr. Olegário Benquerença, por crime de deficiência visual.
Enquanto nós fomos à Luz sem causar qualquer problema, recebemos o projecto e o Boavista sem qualquer problema, sem que ninguém, em todas as situações, tivesse escutado uma palavra de provocação ou de arruaça de dirigentes, técnicos ou jogadores nossos e, mesmo depois daquele final melodramático contra o Boavista, ninguém viu o nosso presidente, acompanhado do sr. Reinaldo Teles, ir à sala de imprensa fazer considerações sobre a vida privada e familiar do dr. João Loureiro.
E, mesmo assim, com o cadastro limpo, não ousámos, excelência, incomodar o senhor ministro da Administração Interna para lhe dar conta dos assaltos sistemáticos de que temos sido vítimas, de há dois anos para cá, por parte do excelentíssimo senhor Lucílio Baptista.
E é, pois, justamente sobre este senhor que nós queríamos desabafar com V. Ex.ª.
Queríamos-lhe pedir se, aproveitando o prestígio internacional deste árbitro (curiosamente não acompanhado internamente pela generalidade da crítica), não seria possível, quem sabe, nomeá-lo embaixador num país lusófono, representante do ICEP em Bruxelas ou até chamá-lo ao governo de que V. Ex.ª faz parte, como secretário de Estado dos emigrantes? Qualquer coisa, enfim, que definitivamente o afastasse do nosso caminho, não sendo possível, como se tem provado, curá-lo daquela doença contagiosa de uma invencível aversão ao azul.
É que, repare V. Ex.ª, tendo sido nós, nos últimos dois anos, campeões nacionais, vencedores da Taça UEFA e da Liga dos Campeões, só não conseguimos ganhar nunca quando no nosso caminho se atravessa a figura implacável do sr. Lucílio Baptista!
Há dois anos, em Alvalade, em jogo contra o projecto, ignorou dois penalties tão flagrantes a nosso favor que ficámos convencidos de que havia um problema com os holofotes do estádio.
No ano passado, em idêntico jogo, foi ele que incentivou o Rui Jorge a repor rapidamente a bola em jogo, enquanto o Jorge Costa assistia o João Pinto, e, logo de seguida, correu pressuroso a marcar penalty contra nós assim que o Liedson se atirou para o chão dentro da área.
Depois, apanhámo-lo na final da Taça, contra a instituição, num jogo em que a sua exuberante dualidade de critérios disciplinares nos deixou durante mais de hora e meia a jogar com menos um — o que permitiu à instituição ganhar finalmente qualquer coisa, para além de uma coisa por eles inventada com o nome de Troféu Ibérico.
Mas agora, contra o Boavista, francamente achamos que a sua doença se agudizou já a um ponto irrecuperável. O sr. ministro já tinha visto algum árbitro FIFA ignorar uma agressão tão escandalosa com o aquela entrada do Éder ao Mc Carthy? O sr. ministro acha normal que ele, que nem um amarelo achou adequado para o Éder, a seguir corra a expulsar o McCarthy porque o árbitro auxiliar lhe bufou que o McCarthy tinha enfiado uma estalada num adversário (mas esqueceu-se de dizer que antes tinha sido o adversário a enfiar uma estalada no McCarthy)?
Acha normal que só ele não tenha reparado que a falta sobre o Bosingwa foi dentro da área e não fora? E acha normal que ele tenha continuado a confiar no critério de um árbitro auxiliar que passou o jogo a assinalar mal os offsides (primeiro um ao Derlei, depois dois ao Cafu), permitindo que o Boavista ganhasse no último minuto com um golo offside?
O sr.ministro não concorda que, se isto tem acontecido em Alvalade ou na Luz, e ainda para mais com laivos de perseguição sistemática do mesmo árbitro ao mesmo clube, o País já estaria na iminência de uma guerra civil?
Como vê, sr. ministro, também a nossa nau Catrineta tem muito que contar.
Além do mais, parece que quem fica calado se lixa: veja-se o caso do projecto, que vai no terceiro jogo consecutivo em que os árbitros lhe perdoam penalties, ou o exemplo da instituição, que, logo após anunciada a audiência com V. Ex.ª, teve o beneplácito de poder empatar com um golo em offside, enquanto nós perdemos com um golo em offside.
Vá lá, senhor ministro, conceda-nos uma entrevistazinha, quanto mais não seja para salvaguardar o princípio do contraditório."

Vence por nós...


Nós acreditamos, Mágico Porto.
Vamos lá...

segunda-feira, 22 de novembro de 2004

Nem assim...

E cá estamos outra vez.
Aqueles que têm o condão de se rirem antes do tempo, levaram uma chapada que ainda estão a ver como se hão-de levantar.
Nem assim conseguem passar-nos à frente.
O Dragão Venenoso na sexta-feira e por email já nos havia transmitido o seguinte:
"Tal como havia previsto, o nosso "amigo" que tantas vezes nos tem prejudicado em arbitragens - lembrem-se dos jogos com os lagartos há dois e no ano passado, foi o "leiloado" para o jogo com os trauliteiros do da avenida da boavista. Confesso que, depois do FCPorto apoiava qualquer clube do norte, mas agora não posso com estes gajos do boavista. Dão "porrada de criar bicho" e os árbitros deixam passar em claro.
Eu aconselho VIVAMENTE ao nosso terinador para que oiça com atenção as opiniões do André e do Aloísio a respeito destes fulanos. Ele já deve estar "queimado" daquele amigável que encostou o Derlei, mas de qualquer das formas eu preferia que não jogassem alguns dos jogadores que são fundamentais, para evitar "eventuais" lesões, naquelas jogadas "fortuitas", como aconteceram em Guimarães para a taça de Portugal. Até prefiro jogar coms os bês e empatar do que ficar com jogadores mancos para o resto da temporada. Não nos esqueçamos quem vai ser o árbitro. Já agora quando ele entrar, no campo temos de lhe dar AQUELA ovação, que tanto merece".

Penso que quanto a este filho da p#$% está tudo dito. Um gatuno, um grande gatuno que anda na arbitragem apenas para prejudicar o Mágico Porto.
Mas enfim, quanto a este o Azulão já disse tudo e não me quero mais referir a este animal.
O Mágico Porto perdeu, mas ainda somos o primeiro.
A nomeação dos árbitros para este fim-de-semana tinha como única intenção pôr os lçampiões na frente da Liga.
O Rio Ave foi gritantemente prejudicado na sanita da Luz pelo homem de preto. Primeiro, aquele segundo golo do Simulão obtido em claro fora-de-jogo.
Depois o esquecer da marcação de um livre indirecto, dentro da área por atraso de bola de Miguel ao seu guarda-redes. Sem qualquer dúvida e só não marcado por quem tem intenções segundas.
E para acabar, aos 87 minutos, o mesmo fiscal-de-linha que não marcou o fora-de-jogo ao Simulão, inventa um fora-de-jogo a Paulo César quando este se esgueirava pela esquerda e caminhava isolado para a baliza dos lampiões.
Quanto aos lagartos, a não marcação daquele penalti até dá para rir. Outra vergonha.
Afinal, não conseguiram o objectivo. Teremos que esperar mais uma semana ou duas para completarem o trabalho.
Perderam a vergonha. Toda a vergonha. E agora só nos resta continuar a trabalhar para que continuemos na senda do título. Porque sabemos que já não têm vergonha e teremos que ser 100 vezes melhor do que o adversário para ganhar.
Nada a que não estejamos habituados. O treinador Victor Fernandez começa a verificar como as coisas se passam. O homem até fica incrédulo com tudo a que assiste.
Mas tudo aquilo que não nos deita abaixo, torna-nos mais fortes.
E este ano, por mais que não quiram, seremos campeões.

domingo, 21 de novembro de 2004

UMA VERSÃO POLITICAMENTE CORRECTA

Eis aqui uma versão mais soft no site oficial, acerca da revolta que nos vai na alma. Gosto especialmente da parte em que diz que Eder quis arrancar um mebro inferior ao Benni.

sábado, 20 de novembro de 2004

PEÇO DESCULPA AO SR. INOCÊNCIO CALABOTE

Mea culpa. Quero pedir aqui publicamente desculpa ao Sr. Inocêncio Calabote, pelas constantes zurzidelas que leva neste blog. É que, depois de hoje, perderam toda a razão de ser. Esse ser asqueroso, mal parido pelo Diabo nesta terra, com o objectivo de caçar Dragões de todas as maneiras possíveis e imaginárias que dá pelo nome humano de Lucílio Baptista (estou quase a vomitar só de escrever o nome deste homossexual recalcado, que retira prazer solitário em casa ao visionar as suas performances nos jogos do Porto), conseguiu hoje a sua ascenção ao Olimpo dos maiores ladrões da história do futebol. A partir desta data, não mais será conhecido como Lucílio Calabote, ou Lucílio Fascista, mas sim pelo seu verdadeiro e vomitável nome: Lucílio Baptista. Ao referir-me ao Sr. Inocêncio (mais uma vez, desculpe-me), quando estiver maldisposto trata-lo-ei como Inocêncio Lucílio. Quer isto dizer que pode cair no esquecimento, pois foi destronado.
Quanto ao escarro humano que vem de Setúbal, apenas posso dizer que morre tão boa gente em acidentes, menos os que merecem. Com o maior desplante deste mundo, poupa a expulsão de Eder logo ao 1º minuto, nem um amarelo lhe mostrando. O que fez com que esse caceteiro reincidisse no Seitaridis dez minutos depois. Achou que foi uma simples falta. Violentíssima foi a do Jorge Costa na final da Taça, quando o expulsou. Essa sim, foi muito grave. Ou a do Costinha no 1º dos 3 jogos seguidos em que ele foi nomeado em Alvalade. Esse não toque do Costinha no jogador dos lagartos foi a roçar a irradiação. Agora esta do Éder, foi uma pancadinha de amor... Afinal, o boavista nem tem o costume de arrear...
Depois, o seu amigo nas noites solitárias, o bandeirinha, não viu, mesmo nas suas barabas, que o Bosingwa foi carregado na área. Viu que foi um milímetro fora. Bem, nem nos podemos queixar. Em quatro penalties há dois anos em Alvalade, não viram sequer falta. Agora, pelo menos a falta marcaram. E também não viu o fora de jogo no golo trauliteiro. Mas já viu e bufou a pancada do Benni. E viram ambos que o Enganador foi ceifado em alvalade no ano passado.
Será que o Governo tem Ministros disponíveis para que nós possamos ir fazer umas queixinhas também? A boa notícia é que já sbemos que este imundo só voltará a ser nomeado na 2ª volta. Provavelmente em Alvalade...
Já repararam que esta besta só é nomeada ou em Alvalade, ou contra os lampiões ou contra os maumaus? E que é raro ganharmos um jogo com ele?
Acabo como começei. Depois tenho que ir lavar os dedos que teclaram isto, porque estão conscurpados pelo nome da excrecência humana setubalense. Desculpe-me Sr. Inocêncio. Comparado com o Baptista, o Sr. é o melhor árbitro de todos os tempos.