quarta-feira, 14 de setembro de 2005
A ANEDOTA CHACOTA
Baía
? R. Costa P. Emanuel ?
Lucho Diego Ibson
Jorginho Alan
Para além de criar handicaps na sua equipa, retirando-lhe 3 jogadores, ofereceu ainda um central precioso ao adversário, que dessa forma alinhou com o seguinte doze:
Waterreus
Murray, Rodriguez, SOKOTA, Kyrgiakos, Bernard
Ricksen, Ferguson, Namouch
Lovenkrands Prso e Jeffers
Ora, apesar destes alinhamentos, o Porto começou logo a dominar por completo o encontro, sendo certo que o adversário não passava do meio campo. Daí, nova intervenção para equilibrar o jogo. Numa falta longe da área, bola bombeada, o Calabote de serviço faz vista grossa a uma falta sobre um defesa, primeiro remate à baliza do Rangers, golo.
Chacota, que estava a ter uma actuação sóbria e discreta no eixo da defesa, resolve mostrar que está vivo ainda na primeira parte, cabeceando para canto num lance em que lhe foi assinalado fora de jogo quando estava completamente sozinho na área. A 1ª parte não acaba sem que Prso, o assassino dos balcãs, resolva partir o nariz ao único defesa de jeito do Porto, livrando-se apenas com um amarelo. Missão cumprida para o exterminador do rabo de cavalo
Na segunda parte e porque Adriaanse tem estrela, coveiro Pepe resolve marcar golo a centro de proxeneta Peixoto. Empate feito. No espaço de 5 minutos, porém, decide-se o jogo. Quando Alan se prepara para virar o marcador, Sokota, rapidíssimo uma vez na vida, trava, sem falta o adversário, impede-o de chutar e atrasa a bola para o seu guarda redes Waterreus. Minutos depois, Calabote faz vista grossa ao abalrroamento de Baía e fica feito o 2-1.
Todavia, Coveiro Pepe e Proxeneta Peixoto resolvem repetir a graçola e empatam de novo o desafio. Num assomo de brio, o Rangers fez o único golo limpo da noite e aguentou estoicamente a vitória, pese embora o facto de ter ficado reduzido a 11 unidades depois da 80ª lesão no joelho do homem do jogo, Toma Chacota.
P.S.: este post foi escito pelo Azulão. Apenas foi republicado por mim, porque tive um problema com o sistema de comentário do Haloscan e esta republicação é para permitir a utilização do sistema de comentários alternativo aos leitores deste blog.
terça-feira, 13 de setembro de 2005
Estamos a escassas duas hora do início da
NÃO SEI PORQUÊ,
Aceitam-se sugestões para a explicar esta minha súbita vontade...
domingo, 11 de setembro de 2005
QUARESMA, ADRIAANSE, McCARTHY E BENFAS
2. O Mister tem estrela, sabe o que faz e encanta. A equipa melhora de jogo para jogo. Qualquer um dos 3 já disputados foi melhor do que qualquer um da temporada transacta. Perante um difífcil Rio Ave, dominou-se o jogo todo. Quando a bola teimou em não entrar, arriscou tudo o que podia. O Rio Ave, julgando que o pontinho já não escapava, sucumbiu à avalanche, sofrendo 3 grandes golos. Gostava de ver a cara do Mora, um dos mais asquerosos guarda-redes do campeonato.
De realçar, para além dos golos terem sido marcados pelos suplentes que fez entrar, o fantástico esspírito de equipa. Para quem o quis denegrir, chamando-lhe prepotente e augurando-lhe o ódio do plantel, recomenda-se ver os festejos dos golos.
3. Como disse e bem o Pavão, McCarthy "e finito". Segundo acabo de ouvir, apareceu com extensões no cabelo no estágio e recusou-se a cortá-las, bem sabendo da proibição em vigor no plantel. Adriaanse mandou-o para casa. Se eu fosse da SAD, a partir desta ficaria 2 anos a correr na praia de Massarelos, sob o olhar atento do Macaco e dos seus cães de guarda. Depois, com quase 30 anos e sem receber um tusto de prémios de jogos, podia ir mendigar um clube para Inglaterra.
4- Do benfas, que tantas alegrias me proporciona, não voltarei a falar neste blog. É uma promessa solene que faço. É que este blog não foi feito para falar sobre clubes que lutam para não descer de divisão. Levarei esta promessa, embora me custe, até ao fim. Bom, pelo menos por uns 2 ou 3 posts...
F.C. Porto-Rio Ave, 3-0
Só podia ser assim! Um enorme caudal ofensivo, uma série infindável de oportunidades e uma irritante falta de sorte apenas podiam terminar desta forma. Foi um teste aos corações portistas, mas foi simplesmente mágico. Que grandes golos! Que explosões! Inebriante! O F.C. Porto merecia estes três pontos e a festa do Dragão tinha mesmo de fechar com uma enorme labareda.
Esta é uma espiral que principia pela extremidade final. Não interessa falar das abordagens, pouco importa recordar o mar ofensivo, a enxurrada de oportunidades, o ritmo intenso e a soberba atacante. Importante é festejar, recordar os grandes golos, rever mil e uma vezes a magia de Quaresma, o repentismo de Alan e a frieza de Hugo Almeida!
O F.C. Porto somou mais três pontos na Liga 2005/06 e mantém-se firme no topo da classificação, enchendo o peito de ar, engordando a sua confiança, reafirmando indicações firmes e bem concretas. Esta é uma equipa que tem tudo para ser encantadora e que gosta de prestigiar este espectáculo maravilhoso que é o futebol. É uma máquina empolgante.
A partida com o Rio Ave nunca seria acessível. A equipa de Vila do Conde chegava de duas jornadas vitoriosas, no cume de uma grande moral, com o sonho de continuar a surpreender. Não vinha para dialogar de forma aberta, para esgrimir argumentos parecidos, mas apresentava-se com arrojo, procurando desdobrar-se rapidamente, numa tendência clara para o contra-ataque.
Em condições normais, o estádio teria festejado aos 14, 17 e 29 minutos, por exemplo. Teria explodido com naturalidade logo na primeira parte, na sequência lógica da pressão azul e branca. O F.C. Porto procurou marcar por todos os meios, empurrou o adversário, circulou a bola, lutou com bravura, pintou a manta com alguns lances de sonho. Tudo se aproximava da perfeição. Menos o derradeiro remate.
As características do jogo tornaram-se ainda mais vincadas após o descanso. O Rio Ave encolheu-se, o F.C. Porto cerrou os dentes, Co Adriaanse arriscou tudo, surgiu o espectro do massacre. E foi por estes instantes que se viu a qualidade do público do Estádio do Dragão. O ambiente manteve-se explosivo, as almas foram ficando espicaçadas. A magia estava à distância de um clique, de uma faísca, de um toque divino.
E pronto, termina a espiral. Quaresma entra em campo e, quando dá de caras com o risco, acerta-lhe bem forte no estômago, deixando-o KO. Descrever a pincelada é pecar pela escassez. Um dicionário não chegaria para explicar o encanto daquela trajectória. Só a bola poderá contar o que o extremo portista lhe disse com o pé direito. Quem viu suspeita que tudo foi um sonho.
Com as bancadas a arder, seria legítimo abrandar. Mas não. Com as bancadas a arder, a perfeição estava à distância de qualquer coisa. De um tiro cruzado de Alan e de uma cabeçada felina de Hugo Almeida? Pois bem, foi isso mesmo que aconteceu. Isso e magia. Magia azul e branca.
FICHA DO JOGO
Liga 2005/06 (3ª jornada)
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 38.421 espectadores
Árbitro: Elmano Santos (Madeira)
Assistentes: Sérgio Serrão e Luís Marcelino
4º árbitro: Marco Ferreira
F.C. PORTO: Vítor Baía; Sonkaya, Ricardo Costa, Pedro Emanuel «cap.» e César Peixoto; Ibson, Lucho Gonzalez e Diego; Lisandro Lopez, Sokota e Jorginho
Substituições: Ibson por Alan (56m), Lisandro Lopez por Hugo Almeida (65m) e Diego por Quaresma (79m)
Não utilizados: Helton, Bruno Alves, Pepe e Paulo Assunção
Treinador: Co Adriaanse
RIO AVE: Mora; Zé Gomes, Danielson, Idalécio e Milhazes; Niquinha «cap.», Ricardo Jorge, Cleiton e Marquinhos; Gaúcho e Chidi
Substituições: Ricardo Jorge por Delson (62m), Chidi por André Vilas Boas (68m) e Gaúcho por Keita (83m)
Não utilizados: Candeias, Diego, Agostinho e Bruno Mendes
Treinador: António Sousa
Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Quaresma (87m), Alan (90m) e Hugo Almeida (90m)
Disciplina: Cartão amarelo a Marquinhos (54m), Danielson (68m), Mora (76m), Hugo Almeida (81m) e Keita (89m)
quarta-feira, 7 de setembro de 2005
Os casos McCarthy e MAniches e afins...
Assinam contratos com ordenados chorudos e depois dizem que fizeram alguma coisa pelo clube que representaram para os forçar a deixar sair.
Nunca nenhum deles chegou junto da entidade patronal a pedir que lhes baixasse o ordenado porque não jogam nada ou porque não são titulares, nem coisa que se pareça, como se o risco corresse apenas para um dos lados.
Vem isto no seguimento das notícias do McCarthy e do Maniche, pelo que julgo pertinente os comentários do MST ontem no Avante, bem como o de Manuel Casaca que ilustra bem o meu pensamento sobre tal assunto.
Acresce que, numa das partes do artigo do MST, ele refere-se ao peseteiro, parte que dedico ao Azulão, que vai adorar(e que irei por a outra cor para distinguir). Passo a transcrever:
MST
"(...)que o Maniche não tardaria muito a dizer que se queria ir embora do Dínamo de Moscovo. Bastou-me olhar para uma fotografia aqui publicada, do Maniche acabado de chegar a Moscovo, posando no meio da rua, com uns óculos escuros indescritíveis e uma atitude de vedeta acabada de chegar, sei lá, ao Festival de Cannes, para perceber tudo: ele não sabia ao que ia, não fazia amais pequena ideia de onde tinha desembarcado, e estava ali numa atitude de «venha a mim o vosso reino, porque eu não vou de certeza incomodar-me a ir a ele».
Só não tinha previsto, apesar de tudo, que bastasse um simples mês, o mês de Agosto em Moscovo, para Maniche concluir que não gosta do país, não gosta da cidade, não gosta do clube, não gosta do campeonato, não gosta do povo, não gosta da imprensa local, não gosta da vida e não gosta do clima (e ainda ele está longe de ter experimentado o célebre Inverno russo, que derrubou ilusões e importâncias bem maiores do que a sua...). «Aquilo não é o que eu esperava», diz Maniche, como se a culpa fosse da Rússia ou de Moscovo por não serem aquilo que a sua santa ignorância desconhecia. O caso de Maniche, a leviandade das suas declarações e desabafos, é eloquente de um certo espírito de irresponsabilidade e vedetismo provinciano que é uma imagem de marca de tantos e tantos futebolistas portugueses que desesperam por um contrato milionário no estrangeiro, mas que não estão à altura do que a aventura implica. Gostam muito dos euros, dos dólares e dos rublos, que, escritos preto no branco num contrato, os deixam de cabeça à roda, mas depois realizam com espanto e desconforto que não lhes basta saber jogar futebol para se sen- tirem felizes no estrangeiro: falta-lhes os amigos, a língua que não entendem, a cultura e o estilo de vida que ignoram, a imprensa que não os bajula como estavam habituados, o Paulo China e o bacalhau com todos.
Diz Maniche que «a família não gostou de Moscovo», que os russos acham que os futebolistas estrangeiros «só estão ali embusca de dinheiro» e que «o campeonato russo não condiz com o valor dos jogadores portugueses». Extraordinárias declarações! A família não gosta de Moscovo, mas de certeza que gosta do contrato que ele fez. Os estrangeiros são mal acusados de só estarem ali pelo dinheiro,mas, ouvindo o Maniche dizer que não gosta de nada, que outra razão terá ele para estar ali, que não o dinheiro? E os jogadores portugueses são bons de mais para o campeonato russo, mas, com onze jogadores do campeonato português colocados por Jorge Mendes no Dínamo de Moscovo, a verdade é que a equipa progride de derrota em derrota e vegeta algures pelo 10.º lugar da classificação! Maniche custou 3,6 milhões de contos ao Dínamo de Moscovo (mais do que o Robinho custou ao Real Madrid), passou um mês de verão em Moscovo, nada tendo até agora acrescentado à equipa, segundo rezam as crónicas, e já se acha com o direito de dizer que é tudo horrível, o campeonato não é digno do seu valor e, embora tenha cinco anos de contrato, quer ir já embora e espera que, entre o clube e o seu empresário, alguém lhe resolva este equívoco de preferência, claro, sem que o seu sumptuoso vencimento seja beliscado. Pergunto: o que sentirão os jogadores e os adeptos do clube que acabou de contratar um jogador com este espírito profissional?
A venda de Maniche ao Dínamo foi talvez o melhor negócio que a Direcção de Pinto da Costa fez. Três anos antes, o FC Porto tinha-o ido buscar ao anonimato do Benfica B, onde ele vegetava de castigo, e, em dois anos, o clube fez dele bicampeão nacional, vencedor da Taça UEFA, campeão europeu e campeão do mundo, titular indiscutível da Selecção Nacional. Passados esses dois anos e tendo visto sair da equipa campeã europeia Deco, Ricardo Carvalho e Paulo Ferreira, Maniche achou que também ele tinha o direito natural de sair, bastando que o quisesse. O seu contrato era por cinco anos mas aparentemente ele achava que lhe bastavam dois anos de trabalho para conquistar o direito de sair quando quisesse. É omesmo princípio advogado pelo empresário de McCarthy e tantos outros empresários e jogadores: se eles «deram muito ao clube», isto é, se jogaram o que sabiam para justificar o ordenado de luxo que nunca lhes faltou, têm o direito de mudar de ares, se e quando lhes apetecer, independentemente do contrato que, em hora de maior humildade, assinaram. Pinto da Costa recusou a saída e Maniche não se coibiu de dizer que ficava contrariado e contrariado ficou mais um ano. E, quando essa contrariedade ostensiva do jogador que acha que «pode jogar em qualquer campeonato» ameaçou tornar-se ingerível, Pinto da Costa despachou o problema para o Dínamo de Moscovo, a troco de 16 milhões de euros, assim como recentemente Luís Filipe Vieira despachou o problema de arrogância do Miguel a troco de oito milhões, para o Valência. Esta bom de ver que nem o Dínamo nem o Valência fizeram bom negócio: jogadores que não demonstram nenhuma gratidão, nenhum amor ao clube que lhes paga e que os fez crescer, nenhum respeito pelos contratos que assinam, são jogadores que, mais tarde ou mais cedo, vão criar problemas. Ao Maniche bastou-lhe um mês, ao Miguel é só esperar para ver.
Infelizmente, este espírito tornou-se quase banal e, quando se trata de jogadores portugueses no estrangeiro, goza até da infinita compreensão da nossa imprensa. O melhor exemplo é o emblema nacional chamado Luís Figo, que começou a sua carreira internacional assinando dois contratos por dois clubes diferentes e que, depois, capitão de equipa do Barcelona, apareceu no mesmo dia, de manhã no Sport a beijar a camisola do Barça e à noite, na Marca, de camisola do Real ao peito. Mas ainda hoje, a nossa imprensa desportiva, continua a passar a mensagem de que foi o Barcelona e a Catalunha que se portaram mal para com Figo.
Agora a outra face da moeda... Manuel Casaca no jornal "oJogo"
"Joguei no Estrela e no FC Porto e tive sempre clubes interessados nos meus serviços. Como sempre fiz contratos longos, o clube é que dita a altura de eu sair ou não. Por muita força de vontade que tenha, se o clube está satisfeito comigo e conta comigo, cumpro os contratos. O Estrela e o FC Porto tiveram necessidade de vender-me. Por isso saí".
Estas declarações foram proferidas anteontem por Jorge Andrade, um dia depois de Maniche ter aquecido o ambiente do Rússia-Portugal de hoje ao confessar que estava arrependido por ter assinado pelo Dínamo de Moscovo, pois não gosta do clima, do país e do próprio futebol que por lá se pratica. A esta situação provocada pelo médio acrescente-se o "caso Miguel" e a sua saída do Benfica para o Valência. Mas será que um jogador quando assina um contrato não o faz de livre vontade e não tem conhecimento da situação que vai encontrar? Maniche não sabia que na Rússia as temperaturas são baixas, a língua é diferente, assim como a comida? Podia ter-se aconselhado com seu irmão, Jorge Ribeiro, que estava lá há mais tempo.
Felizmente ontem surgiu o discurso sério de Jorge Andrade. O defesa-central está a cumprir a sua quarta temporada consecutiva no Corunha, com quem tem contrato até 30 de Junho de 2009, e nestes anos todos ninguém o viu forçar a saída do "Depor". E o internacional português até é um dos melhores defesas-centrais do Mundo, como ainda no sábado o provou na partida contra o Luxemburgo. Foi, de resto, na minha opinião, o melhor jogador em campo. Jorge Andrade bem podia tentar forçar a sua saída, porque clubes maiores do que o Corunha já mostraram interesse na sua contratação, mas nem assim fez qualquer desvio no seu comportamento. Como os contratos são para cumprir, o central cumpre-os à risca com o seu elevado profissionalismo. Pena é que nem sempre o seu comportamento e as suas exibições sejam reconhecidas... "
terça-feira, 6 de setembro de 2005
Será que a descrição é de MARADONA, PELÉ, RONALDINHO OU DECO?
Estava apresentado à nação portuguesa um dos jogadores que, no futebol actual, melhor maneja a correcta sequência de construção e expressão do talento: primeiro precisão, depois velocidade. (...)
Quando, rápido, com a bola controlada em progressão, pisa os últimos 25 metros do relvado, parece ganhar uma dimensão capaz de galvanizar toda a equipa.
Por vezes, a velocidade vertiginosa do seu futebol, até impede que pense melhor o jogo em termos colectivos, mas (...) é um jogador de explosão, indomável, daqueles que se ri dos sistemas tácticos e, em campo, adquire várias personalidades.
Médio ofensivo, um motor criativo
Médio ofensivo por natureza, transforma-se com facilidade em segundo avançado. Não é o clássico 10 à moda antiga, longe disso. Em vez de ficar parado, traçando linhas de passe, prefere a velocidade e a procura de triangulações no último terço do terreno.
Possui, no entanto, uma leitura de jogo que lhe permite assumir-se como organizador de jogo moderno, missão que desempenhou, por exemplo, num memorável jogo em Inglaterra, onde como motor central da selecção (...), infernizou Old Trafford como os seus passes longos a rasgar, capacidade de organização colectiva e poder de penetração no meio campo adversário, em velocidade e com a bola controlada. Tudo com cultura táctica, qualidade técnica em movimento e espírito lutador.
Organizador ou desequilibrador?
(...) a criar desequilíbrios nas estruturas defensivas adversárias.
Nesse espaço, é também, um jogador muito perigoso pelo número de faltas que consegue arrancar, pois possui um drible curto desconcertante esconde muito bem a bola e quase só é desarmado em falta.
A arte do flanqueador, a posição preferencial, no entanto, na qual (...) mais se destacou, ao longo da sua carreira é como flanqueador criativo.
O segredo reside, porém, na dinâmica posicional que incute à posição, como se viu, por exemplo, durante o (...).
Em vez de ir à linha como um extremo, prefere, inteligente nas movimentações, partir do seu flanco em perigosas perigosas diagonais, flectindo no terreno, para, depois, chegada a essas zonas centrais, servir o ataque em passes verticais, procurar triangulações para entrar desde trás, ou rematar colocado.
Foi assim que se destacou no (...) e na selecção (...), como um flanqueador com dotes de organizador de jogo. Nessa dinâmica, também pode surgir na esquerda, como um interior armador, e, assim, baralhar as marcações adversárias com a sua polivalência posicional. Um todo-o-terreno do meio campo."
Mas não, meus caros leitores. Não é de Maradona, nem de Pelé, etc., que se fala.
Esta é a descrição feita pelo Avante Lampião ontem ao lampião Karagounis.
A mediocridade, a parcialidade e a cegueira é tanta que conseguem elevar um jogador que esteve encostado durante dois anos num clube Italiano à qualidade de estrela mor do futebol mundial.
Depois têm a coragem de terminar, de forma a desculpar este Maradona da Grécia, dizendo que em Itália viveu aprisionado a um flanco e a um sistema táctico rígido, apesar de terem dito que flaqueador era a sua posição natural...
Honras de 1.ª página também mereceu essa referência mundial de seu nome "Mike Tyson", porque pelos vistos é lampião.
É coisa que não nos admira nada.
Um homem com registo criminal bem preenchido é lógico que seja lampião.
Depois, segundo aquele avante, diz-nos que o criminoso Mike Tyson vestiu a camisola dos lampiões na véspera do último combate da sua carreira, protagonizado contra um desconhecido do boxe mundial. Daí não admira que tenha ganho os vícios da camisola e tenha levado um valente enxerto de porrada no último combate da sua carreira.
Como este Avante tenta fazer tudo por tudo para esquecer que os Lamps já estão a cinco pontos, com O golos e, claro, com um penalti a favor...
Enfim...
segunda-feira, 5 de setembro de 2005
McCarthy "é finito"!
Então vá à m***a!
Comigo, não há aplausos a este senhor quando envergar a honrada camisola do nosso clube, porque ele não o merece! O senhor acha que fez muito pelo clube? Porquê? porque há dois anos foi o melhor marcador e ajudou na conquista da Liga dos Campeões? E depois, isso é alguma coisa? E o ano passado, a miserável época que custou 9 jogos de castigo mas os ordenados sempre a pingarem direitinhos? E onde estava o senhor antes do FC Porto o ter contratado a peso de ouro, recorda-se? NA BANCADA DO CELTA DE VIGO! Não jogava, nem era opção! O FC Porto relançou a carreira do senhor que estava para lá de esquecida pelos adeptos do futebol da Europa toda.
Esta é a forma de pagar?
Comigo, por mim, o senhor já não é jogador do FC Porto. Não mais o aplaudirei. Não mais festejarei os golos que (ainda conseguir) marcar. Porque se o senhor não está de coração no FC Porto, eu não tenho de gostar de si... Aliás, por mim, ia já para a equipa B, ou para a bancada...
O senhor é um "garoto", um irresponsável, um homem com h pequeno que não assume e cumpre os compromissos que formaliza nos papeis. Passe mal, que o FC Porto tem mais jogadores que poderão fazer tão bem o seu lugar ou até melhor, quem sabe. Afinal, as pessoas passam e as instituiçõe ficam. Antes do senhor grandes nomes vestiram a camisola 9, e depois de si muitos mais a vestirão e honrarão melhor do que o senhor.
Adaptando Ivic aos dias de hoje, McCarthy "é finito"!
sábado, 3 de setembro de 2005
ESTOU ESCLARECIDO
"Dias da Cunha tem, neste momento, e porque começa a ser especialista de arbitragem, autorização do Benfica para chegar junto de Luís Guilherme e nomear o árbitro que ele quiser".
Obrigado pelo esclarecimento, Kadhafi. Não é que tivéssemos grandes dúvidas sobre quem nomeia os árbitros em Portugal, mas assim ficámos todos esclarecidos. Basta alguém ir ao beija mão Kadhafiano para lhe ser concedida autorização para, falando com o fantoche Guilherme, nomear o árbitro que quiser.