Foi um jogo de emoção controlada. Confiava que a equipa não falharia no momento crucial da época, mas há sempre aquele nervoso miúdinho.
Felizmente, para todos nós, o FC Porto não falhou. Ganhou e celebrou, justamente, o 27º título nacional.
Do jogo, diria que foi fraco, com muitos passes falhados, um Paços na expectativa, um FC Porto que se ia assenhoriando do jogo aos poucos e cada vez mais próximo, mas mais confusamente, da baliza do Paços. Até que aconteceu o lance capital do jogo.
Do pénalti, a primeira impressão que tive (eu, a maior parte das pessoas e dos relatadores de rádio e comentadores de tv) é que foi penalti. Houve um toque em James, o próprio defesa o admitiu. Mas foi fora da área, coisa que só a repetição o permitiu esclarecer. O insuspeito árbitro (de Lisboa e conotado com os lampiões) marcou pénalti porque foi aquilo que a todos pareceu no primeiro momento - sem repetições e camaras de vários angulos para ajuizar se dentro se fora, é aceitável, como seria se não o marcasse e fosse apenas livre directo. Mas a expulsão é correcta - e incontestada até pelo próprio jogador, que sabe ter tocado em James - e deixou o Paços em má posição o resto da primeira parte.
Da segunda parte, houve um assomo de vontade dos 10 do Paços em tentar aproximar-se, ainda que aos solavancos, da baliza de Helton - e este mostrou porque é o número 1, defendendo o que havia para defender. Depois, 4 minutos loucos: aos 52m Jackson amplia e marca o 26º golo da época, coroando-se melhor marcador do campeonato com mais golos do que Falcao e alcançando a brilhante meta de ter marcado a todos os clubes da 1ª Liga. E aos 56m Danilo é (bem) expulso por acumulação de amarelos após fazer uma falta idiota e plena de imbelidade no meio campo. E este gajo custou 18 milhões, mas nem o dinheiro das comissões (6 milhões) vale! Estou para ver como o vamos conseguir vender sem prejuízo...
E depois nada mais aconteceu. O Paços não conseguiu sequer o golo de honra, o FC Porto até podia ter aumentado a vantagem com um remate ao poste do enorme capitão Lucho. Deu ainda para entrar Castro, o coração de Dragão, Kelvin, para delirio dos adeptos agradecidos pelo golo do minuto 92 e Liedson, para despedida.
Do final do jogo, houve festa. De Paços de Ferreira ao Estádio do Dragão, passando pelos Aliados, Rio de Janeiro, Cabo Verde, rotunda do Marquês e onde houvesse um portista - e, porque não dizê-lo, onde houvesse um lagarto - comemorou-se a vitória deste campeonato mas também a derrota dos pré-anunciados campeões-lampiões que afinal não passam só de grandes melões!
27 titulos. 7 nos ultimos 8 anos, 8 nos ultimos 10 anos. Uma superioridade brutal. 1 derrota nas últimas 3 épocas. É preciso ter um grande melão para não reconhecer a superioridade e justiça do campeão. Foi campeão o mais regular, o que perdeu menos pontos e o que acabou a época sem derrotas - mais justiça do que isto não há.
Agora estou dividido para a Taça. Se a vontade que tenho é que o Vitória ganhe para fazer a festa no Marquês, penso que se ganhar não vamos poder começar a época a rachar melões (como alguns lampiões temem e escreveram, preferindo a derrota a jogar contra o FC Porto para não entrarem na época a perder...) e contra o Vitória não dá a mesma pica jogar a Supertaça... Seja como for, um jogo de cada vez, e neste que percam os lampiões, para a desgraça ser total!
Ah! Já agora, que se faça a vontade do Jasus, e que para o ano a época dele seja igual a esta, como ele pediu - 2º na Liga, eliminado da Champions e derrotado na Liga Europa.
Tri-campeão não é quem quer. É quem pode e tem categoria para isso. Nós!
FICHA DE JOGO
Paços de Ferreira-FC Porto, 0-2
Liga portuguesa, 30.ª jornada
19 de Maio de 2013
Estádio da Capital do Móvel, em Paços de Ferreira
Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa)
Assistentes: Nuno Pereira e Hernâni Fernandes
Quarto árbitro: Jorge Ferreira
PAÇOS DE FERREIRA: Cássio; Tony, Ricardo, Tiago Valente e Diogo Figueiras; André Leão, Luiz Carlos e Vítor; Manuel José (cap.), Poulsen e Josué
Substituições: Poulsen por Cohene (24m), Manuel José por Christian (intervalo) e Vítor por Hurtado (74m)
Não utilizados: António Filipe, Caetano, Nuno Santos e Filipe Anunciação
Treinador: Paulo Fonseca
FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Defour, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson Martínez e Varela
Substituições: Defour por Castro (78m), James por Kelvin (82m) e Varela por Liedson (89m)
Não utilizados: Fabiano, Izmaylov, Abdoulaye e Sebá
Treinador: Vítor Pereira
Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Lucho (23m, pen.) e Jackson (52m)
Cartões amarelos: Danilo (17m e 56m) e André Leão (78m)
Cartões vermelhos: Ricardo (22m) e Danilo (56m, por acumulação de amarelos)
PONTO DE SITUAÇÃO
34 vitórias, 8 empates, 4 derrotas
92 golos marcados, 25 sofridos
2 títulos conquistados, 3 títulos perdidos
segunda-feira, 20 de maio de 2013
domingo, 19 de maio de 2013
A confirmação... Aí ao virar da esquina!
Uma questão de horas separa o F.C. Porto daquilo que se quer que seja a confirmação da revalidação do título de campeão nacional. A tarefa não será fácil, mas encontra-se ao alcance de uma equipa com um enorme potencial.
Só um pensamento avulso: estamos plenamente convencidos de que uma das principais motivações do nosso Presidente será, de uma vez por todas, calar uma certa "nação", composta por "seis milhões" de vermelhices, tornar o F.C. Porto no clube português com mais títulos de campeão nacional. A confirmar-se o 27.º Campeonato ao final da tarde de hoje, faltarão 6 campeonatos para que aquele feito se realize. Não que precisássemos, pois só em títulos internacionais as conquistas são imensas, mas será sem dúvida a "cereja no topo do bolo".
Só um pensamento avulso: estamos plenamente convencidos de que uma das principais motivações do nosso Presidente será, de uma vez por todas, calar uma certa "nação", composta por "seis milhões" de vermelhices, tornar o F.C. Porto no clube português com mais títulos de campeão nacional. A confirmar-se o 27.º Campeonato ao final da tarde de hoje, faltarão 6 campeonatos para que aquele feito se realize. Não que precisássemos, pois só em títulos internacionais as conquistas são imensas, mas será sem dúvida a "cereja no topo do bolo".
domingo, 12 de maio de 2013
Jogo 45 - FC Porto, 2 x Visitante, 1 - A reviravolta que pôs Jasus de joelhos
O jogo: não foi grande coisa. Uns lampiões que vieram defender o resultado, cheios de medo e com uma equipa de tracção a trás (que foi ainda mais reforçada ao minuto 66 ao tirar o melhor jogador deles para meter um tosco defesa-central a fazer de trinco que nem no Corunha jogava) e que praticaram anti-jogo desde o primeiro minuto: perdiam tempo em todas as reposições de bola, atiravam-se para o chão com a corrente de ar, apoiados no colinho e miminho que o palhaço do gel lhes dava. O FC Porto no seu normal, com muita posse mas pouca produtividade e pouco rendimento - não muitos remates e menos golos ainda do que aquilo que era suposto para quem tem posses de bola superiores a 60% em quase todos os jogos, incluindo o de hoje.
O jogo não começou da melhor forma. O golo dos lampiões surge antes do nosso e deixou o estádio à beira de um ataque de nervos e desespero. Surgiu de uma estupidez: aquela discussão na linha, em lance defensivo, só serviu para distrair e desconcentrar os jogadores do FC Porto, que não souberam resolver o lance em condições e ainda deixaram o Lima livre para marcar. 0-1 na primeira ida à baliza do FC Porto.
No entanto, apesar de ter sentido o peso do golo, o FC Porto não baixou os braços e começou paulatinamente a aproximar-se da baliza dos lampiões que, se até aqui já faziam anti-jogo, agora excediam-se! O empate surgiu com alguma sorte, num ressalto sobre o emplastro, mas veio repor justiça no resultado. E assim concluiu-se a primeira parte.
Na segunda parte, uma entrada forte do FC Porto deixava antever que o golo da vitória iria surgir a qualquer momento. Mais ainda quando o Jasus tira o melhor jogador das galinhas e mete um defesa-central/trinco que nem no Corunha, quando estava em ultimo na Liga Espanhola, jogava. Tudo pelo resultado. E a estratégia das galinhas ia resultando, pois o FC Porto não marcava e a 15 minutos do fim perdia, por lesão, Fernando. E o brasileiro é daqueles jogadores que se nota mais a ausencia do que a presença em campo, pois com a sua saída percebeu-se que o FC Porto perdeu elasticidade e as saidas para o ataque não corriam tão bem. A entrada do Cardozo ainda me fez pensar, a mim como a outros na minha zona, que ainda íamos sofrer um golo de bola parada - o que podia ter acontecido uma única vez, num remate ao lado. Lucho cede o lugar a Kelvin, numa tentativa de dar mais velocidade e profundidade ao ataque, mas continua tudo na mesma. O relógio não pára e o golo não acontece, para desespero de um estádio que não pára de apoiar o clube. Já em desespero, aos 84 minutos, sai o mais fraco dos defesas laterais (Danilo, obviamente) e entra o levezinho Liedson. Os minutos continuam a passar, os lampiões continuam a fazer anti-jogo e o golo não surge. Até que, já nos descontos, uma jogada simples resolve tudo: Jackson no seu meio campo passa a bola a Kelvin, que a coloca rapidamente a meio do meio campo em Liedson, que a devolve para a entrada da área ao Kelvin, que a recebe picando-a para dentro da área e sem a deixar cair no chão, remata de primeira com o pé esquerdo para o canto oposto da baliza. Artur lança-se mas vê a bola passar e o estádio saltar de alegria, no 2-1 aos 91 minutos que todos aguardávamos, Jasus de joelhos simbolizava a derrota!
Ironia do destino, porque deve haver deuses do futebol como dizia o falecido relatador Jorge Perestrelo, ser um passe do "coxo" e quase inutilizado Liedson para o puto de 19 anos que quase pertencia à equipa B, Kelvin, marcar um golo soberbo. Dois suplentes garantiram, talvez, o titulo. Excelente ironia.
Estava feita a justiça, vencia a única equipa que procurou vencer o jogo, que teve mais tempo de bola, mais ataques, mais remates. A melhor equipa em campo, mostrava ser a melhor equipa do campeonato e assume novamente a liderança.
Agora depende só de si. Basta, como se tal fosse fácil, ganhar ao Paços de Ferreira na casa deles! Vai ser muito díficil, tão ou mais do que vencer as galinholas, mas é possível. E a equipa está ciente disso, já sabem que ainda faltam 90 minutos para ganhar. Mais uma final para disputar. E no FC Porto, as finais são para ganhar. O tri está mais perto, está a três pontos de distância.
Nota ainda para a maior parte dos lampiões que acham que fizeram uma época excepcional e que não mereciam não ganhar o campeonato. Ainda não perceberam que se a deles foi excepcional, a nossa foi ainda mais excepcional, pois é igual à dele mais um ponto e menos uma derrota - aliás, nas últimas 3 épocas perdemos apenas 1 jogo até agora - e ainda têm o desplante de se acharem melhores que nós. É por isso que perdem. Não sabem reconhecer a superioridade dos adversários. É por isso que cada vez mais gente gosta menos deles. Não sabem reconhecer o trabalho e o mérito dos outros, insultam-nos com a sua atitude de superioridade estatutária por decreto da imprensa que os bajula. Perderam ontem e vão perder na quarta contra o Chelsea porque não têm andamento para eles, nem têm a mentalidade do FC Porto para esses jogos importantes (como se viu ontem) e estão arrasados psicologicamente. E, talvez, se o árbitro deixar, vão perder contra o Vitória porque a hecatombe há-de ser total e os vimaranenses já merecem o caneco!
FICHA DE JOGO
FC Porto-Visitante, 2-1
Liga portuguesa, 29.ª jornada
11 de Maio de 2013
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 50.117 espectadores
Árbitro: Palhaço do Gel (Lisboa)
Assistentes: Tiago Trigo e Bertino Miranda
Quarto árbitro: Luís Ferreira
FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson e Varela
Substituições: Fernando por Defour (73m), Lucho por Kelvin (79m) e Danilo por Liedson (84m)
Não utilizados: Fabiano, Abdoulaye, Castro e Sebá
Treinador: Vítor Pereira
Visitante: Artur; Emplastro, Luisão (cap.), Garay e André Almeida; Salvio, Matic, Enzo Pérez e Adeus John; Gaitán e Lima.
Substituições: Gaitán por Roderick (67m), Lima por Cardozo (73m) e Adeus John por Aimar (84m)
Não utilizados: Paulo Lopes, Melgarejo, Rodrigo e Urrega
Treinador: Jorge Jesus
Ao intervalo: 1-1
Marcadores: Lima (19m), Varela (25m) e Kelvin (90m+2)
Cartão amarelo: Enzo Pérez (46m), James (56m), Matic (59m), Fernando (66m), Defour (80m), Artur (85m) e Helton (90m+3)
PONTO DE SITUAÇÃO
33 vitórias, 8 empates, 4 derrotas
90 golos marcados, 25 sofridos
1 título conquistado, 3 títulos perdidos, 1 título em disputa
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| Da alegria à tristeza de quem merece cada um dos sentimentos! (Gif do Público) |
O jogo não começou da melhor forma. O golo dos lampiões surge antes do nosso e deixou o estádio à beira de um ataque de nervos e desespero. Surgiu de uma estupidez: aquela discussão na linha, em lance defensivo, só serviu para distrair e desconcentrar os jogadores do FC Porto, que não souberam resolver o lance em condições e ainda deixaram o Lima livre para marcar. 0-1 na primeira ida à baliza do FC Porto.
No entanto, apesar de ter sentido o peso do golo, o FC Porto não baixou os braços e começou paulatinamente a aproximar-se da baliza dos lampiões que, se até aqui já faziam anti-jogo, agora excediam-se! O empate surgiu com alguma sorte, num ressalto sobre o emplastro, mas veio repor justiça no resultado. E assim concluiu-se a primeira parte.
Na segunda parte, uma entrada forte do FC Porto deixava antever que o golo da vitória iria surgir a qualquer momento. Mais ainda quando o Jasus tira o melhor jogador das galinhas e mete um defesa-central/trinco que nem no Corunha, quando estava em ultimo na Liga Espanhola, jogava. Tudo pelo resultado. E a estratégia das galinhas ia resultando, pois o FC Porto não marcava e a 15 minutos do fim perdia, por lesão, Fernando. E o brasileiro é daqueles jogadores que se nota mais a ausencia do que a presença em campo, pois com a sua saída percebeu-se que o FC Porto perdeu elasticidade e as saidas para o ataque não corriam tão bem. A entrada do Cardozo ainda me fez pensar, a mim como a outros na minha zona, que ainda íamos sofrer um golo de bola parada - o que podia ter acontecido uma única vez, num remate ao lado. Lucho cede o lugar a Kelvin, numa tentativa de dar mais velocidade e profundidade ao ataque, mas continua tudo na mesma. O relógio não pára e o golo não acontece, para desespero de um estádio que não pára de apoiar o clube. Já em desespero, aos 84 minutos, sai o mais fraco dos defesas laterais (Danilo, obviamente) e entra o levezinho Liedson. Os minutos continuam a passar, os lampiões continuam a fazer anti-jogo e o golo não surge. Até que, já nos descontos, uma jogada simples resolve tudo: Jackson no seu meio campo passa a bola a Kelvin, que a coloca rapidamente a meio do meio campo em Liedson, que a devolve para a entrada da área ao Kelvin, que a recebe picando-a para dentro da área e sem a deixar cair no chão, remata de primeira com o pé esquerdo para o canto oposto da baliza. Artur lança-se mas vê a bola passar e o estádio saltar de alegria, no 2-1 aos 91 minutos que todos aguardávamos, Jasus de joelhos simbolizava a derrota!
Ironia do destino, porque deve haver deuses do futebol como dizia o falecido relatador Jorge Perestrelo, ser um passe do "coxo" e quase inutilizado Liedson para o puto de 19 anos que quase pertencia à equipa B, Kelvin, marcar um golo soberbo. Dois suplentes garantiram, talvez, o titulo. Excelente ironia.
Estava feita a justiça, vencia a única equipa que procurou vencer o jogo, que teve mais tempo de bola, mais ataques, mais remates. A melhor equipa em campo, mostrava ser a melhor equipa do campeonato e assume novamente a liderança.
Agora depende só de si. Basta, como se tal fosse fácil, ganhar ao Paços de Ferreira na casa deles! Vai ser muito díficil, tão ou mais do que vencer as galinholas, mas é possível. E a equipa está ciente disso, já sabem que ainda faltam 90 minutos para ganhar. Mais uma final para disputar. E no FC Porto, as finais são para ganhar. O tri está mais perto, está a três pontos de distância.
Nota ainda para a maior parte dos lampiões que acham que fizeram uma época excepcional e que não mereciam não ganhar o campeonato. Ainda não perceberam que se a deles foi excepcional, a nossa foi ainda mais excepcional, pois é igual à dele mais um ponto e menos uma derrota - aliás, nas últimas 3 épocas perdemos apenas 1 jogo até agora - e ainda têm o desplante de se acharem melhores que nós. É por isso que perdem. Não sabem reconhecer a superioridade dos adversários. É por isso que cada vez mais gente gosta menos deles. Não sabem reconhecer o trabalho e o mérito dos outros, insultam-nos com a sua atitude de superioridade estatutária por decreto da imprensa que os bajula. Perderam ontem e vão perder na quarta contra o Chelsea porque não têm andamento para eles, nem têm a mentalidade do FC Porto para esses jogos importantes (como se viu ontem) e estão arrasados psicologicamente. E, talvez, se o árbitro deixar, vão perder contra o Vitória porque a hecatombe há-de ser total e os vimaranenses já merecem o caneco!
FICHA DE JOGO
FC Porto-Visitante, 2-1
Liga portuguesa, 29.ª jornada
11 de Maio de 2013
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 50.117 espectadores
Árbitro: Palhaço do Gel (Lisboa)
Assistentes: Tiago Trigo e Bertino Miranda
Quarto árbitro: Luís Ferreira
FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson e Varela
Substituições: Fernando por Defour (73m), Lucho por Kelvin (79m) e Danilo por Liedson (84m)
Não utilizados: Fabiano, Abdoulaye, Castro e Sebá
Treinador: Vítor Pereira
Visitante: Artur; Emplastro, Luisão (cap.), Garay e André Almeida; Salvio, Matic, Enzo Pérez e Adeus John; Gaitán e Lima.
Substituições: Gaitán por Roderick (67m), Lima por Cardozo (73m) e Adeus John por Aimar (84m)
Não utilizados: Paulo Lopes, Melgarejo, Rodrigo e Urrega
Treinador: Jorge Jesus
Ao intervalo: 1-1
Marcadores: Lima (19m), Varela (25m) e Kelvin (90m+2)
Cartão amarelo: Enzo Pérez (46m), James (56m), Matic (59m), Fernando (66m), Defour (80m), Artur (85m) e Helton (90m+3)
PONTO DE SITUAÇÃO
33 vitórias, 8 empates, 4 derrotas
90 golos marcados, 25 sofridos
1 título conquistado, 3 títulos perdidos, 1 título em disputa
domingo, 5 de maio de 2013
Jogo 44 - Nacional, 1 x FC Porto, 3 - Entrada à campeão, Estoril ajuda, nunca mais é sábado!
Não vi, porque me apanhou de saída de Macau para Portugal.
Não li muito sobre o jogo, porque andava por aeroportos e vôos de 8 horas.
Ganhamos, que é o que interessa. E soube, na madrugada do aeroporto de Dubai, que os lampiões empataram com o Estoril.
Sábado, uma final de vida ou morte... do campeonato!
Ficam as fichas. E a ansiedade. Nunca mais é sábado!
FICHA DE JOGO
Nacional-FC Porto, 1-3
Liga portuguesa, 28.ª jornada
4 de Maio de 2013
Estádio da Madeira, no Funchal
Árbitro: Cosme Machado (Braga)
Assistentes: Alfredo Braga e Tomás Santos
Quarto árbitro: Pedro Campos
NACIONAL: Gottardi; Nuno Campos, Miguel Rodrigues, Mexer e Marçal; Aly Ghazal, Moreno (cap.) e Jota; Candeias, Rondón e Mateus
Substituições: Moreno por Claudemir (intervalo), Mateus por Keita (intervalo) e Nuno Campos por Diego Barcellos (62m)
Não utilizados: Vladan, João Aurélio, Edgar Costa e Diogo
Treinador: Manuel Machado
FC PORTO: Helton; Danilo, Abdoulaye, Otamendi e Mangala; Fernando, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson Martínez e Varela
Substituições: Fernando por Castro (69m), Varela por Defour (78m) e Lucho por Izmaylov (85m)
Não utilizados: Fabiano, Maicon, Liedson e Castro
Treinador: Vítor Pereira
Ao intervalo: 1-3
Marcadores: James (10m), Mangala (19m), Lucho (pen., 22m) e Candeias (pen., 27m)
Cartões amarelos: Mangala (25m), Candeias (29m), Fernando (51m), Helton (70m), Keita (89m) e Izmaylov (90m+1)
PONTO DE SITUAÇÃO
32 vitórias, 8 empates, 4 derrotas
88 golos marcados, 24 sofridos
1 título conquistado, 3 títulos perdidos, 1 título em disputa
Não li muito sobre o jogo, porque andava por aeroportos e vôos de 8 horas.
Ganhamos, que é o que interessa. E soube, na madrugada do aeroporto de Dubai, que os lampiões empataram com o Estoril.
Sábado, uma final de vida ou morte... do campeonato!
Ficam as fichas. E a ansiedade. Nunca mais é sábado!
FICHA DE JOGO
Nacional-FC Porto, 1-3
Liga portuguesa, 28.ª jornada
4 de Maio de 2013
Estádio da Madeira, no Funchal
Árbitro: Cosme Machado (Braga)
Assistentes: Alfredo Braga e Tomás Santos
Quarto árbitro: Pedro Campos
NACIONAL: Gottardi; Nuno Campos, Miguel Rodrigues, Mexer e Marçal; Aly Ghazal, Moreno (cap.) e Jota; Candeias, Rondón e Mateus
Substituições: Moreno por Claudemir (intervalo), Mateus por Keita (intervalo) e Nuno Campos por Diego Barcellos (62m)
Não utilizados: Vladan, João Aurélio, Edgar Costa e Diogo
Treinador: Manuel Machado
FC PORTO: Helton; Danilo, Abdoulaye, Otamendi e Mangala; Fernando, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson Martínez e Varela
Substituições: Fernando por Castro (69m), Varela por Defour (78m) e Lucho por Izmaylov (85m)
Não utilizados: Fabiano, Maicon, Liedson e Castro
Treinador: Vítor Pereira
Ao intervalo: 1-3
Marcadores: James (10m), Mangala (19m), Lucho (pen., 22m) e Candeias (pen., 27m)
Cartões amarelos: Mangala (25m), Candeias (29m), Fernando (51m), Helton (70m), Keita (89m) e Izmaylov (90m+1)
PONTO DE SITUAÇÃO
32 vitórias, 8 empates, 4 derrotas
88 golos marcados, 24 sofridos
1 título conquistado, 3 títulos perdidos, 1 título em disputa
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Jogo 43 - FC Porto, 2 x Setúbal, 0 - Muita posse, pouco golo e até James falha penaltis também...
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| Imagem FC Porto |
Do que vi dos resumos e dos comentários, foi mais um jogo tipico do FC Porto deste ano - muito dominio de bola, mas pouco proveito. Muito pouco, até considerando que foi preciso esperar mais de uma hora pelo primeiro golo mesmo quando a posse andava na casa dos 80%. Ou seja, ninguém, incluindo e acima de tudo os jogadores, percebe para que raio que a equipa a bola. Para marcar golos, não é de certeza - porque marca muito poucos.
Enfim, para além disso, o futebol praticado é chato, previsível e muito pouco atraente. E vai valendo Helton que continua a ter umas intervenções fundamentais para manter a baliza do FC Porto a zero - mesmo que às vezes tire os adeptos do sério com isso.
O campeonato está entregue há muito - só os puramente crentes ainda pensavam que seria possível, mas um jogo à Capela deve ter arrumado com qualquer réstia de fé portista, como se viu nas declarações, tristes mais uma vez, de VP esta semana. Se era para moralizar o Estoril espicaçando-o, não me parece que resulte lá muito e tem a desvantagem de desmoralizar os nossos rapazes que, oficialmente, entraram de férias à espera da próxima época, já que o treinador deitou a toalha ao chão. Triste figura que faz, triste figura que nos faz passar.
Previsível, de há muito. Como previsível é que está a prazo muito curto - deste mês não passa. Ainda não se sabe quem vem aí, mas já circulam vários nomes - o ex-selecionador brasileiro Mano Menezes, Leonardo Jardim e Domingos parecem ser os nomes na linha da frente, mas já foi ventilado Paulo Fonseca e até Rui Faria, o eterno adjunto de José Mourinho. Também ao nível do plantel parece que tudo está já em andamento há muito - vários jogadores contratados (2 mexicanos e 2 portugueses do Vitória, sendo que estes não é certo que fiquem já na equipa principal) e uma entrevista do administrador financeiro que me pareceu um recado interno para os mais bem pagos que se quiserem continuar por cá, têm de rever em baixa o salário.
Do jogo mesmo, contra o Setúbal, que dizer mais? Muita posse, poucos golos. Lucho influente. James também falhou um penalti. Atsu apagado, Varela até esteve bem no seu lugar. Falta alma àquela equipa, falta aquela vontade de marcar 1, e depois outro, e depois mais outro... Falta líder. Vamos aguentando como podemos e ainda temos de aturar os mouros que conseguiram ir a uma final europeia 23 anos depois... nem que seja ao pontapé na cabeça dos adversários! O que vale é que o Chelsea não deve deixar escapar a Taça - não estou a ver o Abramovich a deixar as coisas assim tão simples... - e repetir, de forma invertida, o que fez o FC Porto de José Mourinho - ganhar as 2 competições em anos seguidos. Ao menos deixem-me ter esse prazer esta época... e já agora que deixem o Vitória jogar no Jamor a ver se tem hipóteses de ganhar... era um grande melão para os lampiões! E uma mini-alegria para nós...
FICHA DE JOGO
FC Porto-V. Setúbal, 2-0
Liga portuguesa, 27.ª jornada
27 de Abril de 2013
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 32.410 espectadores
Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco)
Assistentes: Nuno Pereira e Paulo Soares
Quarto árbitro: Paulo Brás
FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson e Atsu
Substituições: Atsu por Varela (39m), Alex Sandro por Abdoulaye (intervalo) e Lucho por Defour (81m)
Não utilizados: Fabiano, Castro, Izmaylov e Liedson
Treinador: Vítor Pereira
V. SETÚBAL: Kieszek; Pedro Queirós, Frederico Venâncio, Jorge Luiz e Kiko; Ney Santos, Bruno Amaro (cap.), Paulo Tavares e José Pedro; Pedro Santos e Miguel Pedro
Substituições: Miguel Pedro por Jorginho (58m), Zé Pedro por Horta (71m) e Bruno por Makukula (82m)
Não utilizados: Fonseca, Amoreirinha, Bruno Gallo e Bruninho
Treinador: José Mota
Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Lucho (64m) e Defour (87m)
Cartão amarelo: Miguel Pedro (32m), Atsu (33m), Pedro Santos (37m), Paulo Tavares (77m), Kiko (80m) e Jorginho (84m)
PONTO DE SITUAÇÃO
31 vitórias, 8 empates, 4 derrotas
85 golos marcados, 23 sofridos
1 título conquistado, 3 títulos perdidos, 1 títulos em disputa
terça-feira, 23 de abril de 2013
Jogo 42 - Moreirense, 0 x FC Porto, 3 - O regresso às vitórias
Valeu pelo resultado.
O jogo, mais uma vez, foi fraco.
Sem alma, sem chama, sem vontade, sem pernas.
O Moreirense deu muito mais trabalho que o resultado transparece. Felizmente, tinhamos Jackson em dia sim e uma equipa que com um extremo de verdade (Atsu), em vez de um falso extremo (Defour) funciona muito melhor. Mesmo em dias fracos, um verdadeiro é melhor que um falso extremo e a diferença na produção da equipa faz-se sentir.
Fernando esteve bem a aproveitar a oportunidade na cabeça da área.
A defesa falhou muito, de tal forma que o melhor dos quatro defesas talvez tenha sido Danilo. E isso diz muito do mau jogo que os outros 3 fizeram...
No meio campo, James está com a cabeça fora do Dragão. Quando quer e aterra no jogo, é muito bom, mas a maior parte do tempo anda já a fazer listas mentais do que vai levar para a nova casa e coisas assim...
Enfim, venha o fim de época e o VP que vá à vida dele, para a Grécia ou Chipre ou Turquia, mas bem longe do Dragão, a ver se recuperamos o titulo para o ano que este ano a procissão já parou noutra Capela...
FICHA DE JOGO
Moreirense-FC Porto, 0-3
Liga portuguesa, 26.ª jornada
20 de Abril de 2013
Parque Desportivo Comendador Joaquim Almeida Freitas, em Moreira de Cónegos
Árbitro: Marco Ferreira (Madeira)
Assistentes: Cristóvão Moniz e Sérgio Serrão
Quarto árbitro: Manuel Oliveira
MOREIRENSE: Ricardo Ribeiro; Ricardo Pessoa, Anilton, Aníbal Capela e Florent; Vinícius (cap.), Renatinho e Fábio Espinho; Wagner, Ghilas e Pintassilgo
Substituições: Wagner por Rafael Lopes (61m), Ricardo Pessoa por Paulinho (65m) e Anilton por Diego Gaúcho (74m)
Não utilizados: Ricardo Andrade, Kinkela, Belaid e Tales
Treinador: Augusto Inácio
FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson Martínez e Atsu
Substituições: Lucho por Castro (74m), Atsu por Liedson (81m) e James por Izmaylov (87m)
Não utilizados: Fabiano, Quiño, Kelvin e Defour
Treinador: Vítor Pereira
Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Jackson Martínez (34m e 55m) e Fernando (52m)
Disciplina: nada a assinalar
PONTO DE SITUAÇÃO
30 vitórias, 8 empates, 4 derrotas
83 golos marcados, 23 sofridos
1 título conquistado, 3 títulos perdidos, 1 títulos em disputa
O jogo, mais uma vez, foi fraco.
Sem alma, sem chama, sem vontade, sem pernas.
O Moreirense deu muito mais trabalho que o resultado transparece. Felizmente, tinhamos Jackson em dia sim e uma equipa que com um extremo de verdade (Atsu), em vez de um falso extremo (Defour) funciona muito melhor. Mesmo em dias fracos, um verdadeiro é melhor que um falso extremo e a diferença na produção da equipa faz-se sentir.
Fernando esteve bem a aproveitar a oportunidade na cabeça da área.
A defesa falhou muito, de tal forma que o melhor dos quatro defesas talvez tenha sido Danilo. E isso diz muito do mau jogo que os outros 3 fizeram...
No meio campo, James está com a cabeça fora do Dragão. Quando quer e aterra no jogo, é muito bom, mas a maior parte do tempo anda já a fazer listas mentais do que vai levar para a nova casa e coisas assim...
Enfim, venha o fim de época e o VP que vá à vida dele, para a Grécia ou Chipre ou Turquia, mas bem longe do Dragão, a ver se recuperamos o titulo para o ano que este ano a procissão já parou noutra Capela...
FICHA DE JOGO
Moreirense-FC Porto, 0-3
Liga portuguesa, 26.ª jornada
20 de Abril de 2013
Parque Desportivo Comendador Joaquim Almeida Freitas, em Moreira de Cónegos
Árbitro: Marco Ferreira (Madeira)
Assistentes: Cristóvão Moniz e Sérgio Serrão
Quarto árbitro: Manuel Oliveira
MOREIRENSE: Ricardo Ribeiro; Ricardo Pessoa, Anilton, Aníbal Capela e Florent; Vinícius (cap.), Renatinho e Fábio Espinho; Wagner, Ghilas e Pintassilgo
Substituições: Wagner por Rafael Lopes (61m), Ricardo Pessoa por Paulinho (65m) e Anilton por Diego Gaúcho (74m)
Não utilizados: Ricardo Andrade, Kinkela, Belaid e Tales
Treinador: Augusto Inácio
FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson Martínez e Atsu
Substituições: Lucho por Castro (74m), Atsu por Liedson (81m) e James por Izmaylov (87m)
Não utilizados: Fabiano, Quiño, Kelvin e Defour
Treinador: Vítor Pereira
Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Jackson Martínez (34m e 55m) e Fernando (52m)
Disciplina: nada a assinalar
PONTO DE SITUAÇÃO
30 vitórias, 8 empates, 4 derrotas
83 golos marcados, 23 sofridos
1 título conquistado, 3 títulos perdidos, 1 títulos em disputa
terça-feira, 16 de abril de 2013
Jogo 41 - Braga, 1 x FC Porto, 0 - Adeus, Taça, adeus VP...
...mesmo que seja só no final da época.
E a história repete-se. Duas vezes esta época que o FC Porto e Braga se defrontam em jogos consecutivos separados por poucos dias. Duas vezes que o FC Porto ganha para o campeonato e perde o jogo da competição a eliminar.
Pior ainda. Porque esta era a final. Da Taça da Liga, sim, que não vale nada, eu sei, mas é uma competição e eu gosto de ganhar sempre, até na pré-época - por isso não gostei de ver o FC Porto não jogar para ganhar a final. Porque as normas da casa são antigas: as finais não são para se jogar, são para se ganhar.
Não vi o jogo em directo, as horas são impróprias para quem está em Macau. Mas vi resumos e li muitos comentários. E não gostei do que vi e do que li. E menos ainda do que vi e li o VP dizer no final do jogo - culpar o árbitro pela derrota! VP, aprende de uma vez por todas: não é o árbitro que marca golos nem é ele que os sofre, pode condicionar mas isso trabalhado psicologicamente serve apenas para animar ainda mais os "rapazes". Claro que não percebes isso, como nem percebeste ainda como te caiu no colo o cargo que tens ou como vais ser despachado no final da época para a Turquia, Grécia ou Chipre enquanto o diabo esfrega um olho - e a única coisa que me preocupa é que a SAD tenha demorado quase 2 épocas a perceber o que meio mundo comentador bloguistico já percebeu há muito - o FC Porto é um pesado e tu só tens licença da câmara para motas abaixo dos 50 c.c.!
Quanto ao jogo, felizmente o Fabiano estava inspirado e mostrou que tem, de facto, categoria para herdar a camisola de Helton um dia (e pelas declarações dele dos ultimos tempos, desconfio que não vai ser um dia assim tão distante quanto isso) porque a parte final do jogo foi, simplesmente, penosa.
Enfim, segue o teu penoso percurso e que tanto nos faz sofrer por mais uns jogos, enterra lá de vez a equipa. Eu não acredito que consigas o que dizes que vais tentar - lutar pelo título até fim. Não tens força anímica, não tens controlo no plantel, não tens palavra a dizer nas contratações. E não tens jeito para treinador - podes ser um grande adjunto, mas és um treinador muito fraco.
E que ganhes ao Moreirense no sábado, é tudo o que peço - desconfio que levas é mais um banho de táctica do Inácio que sabe mais a dormir do que tu acordado... tomara me engane eu... é que com o jogo dos lampiões e lagartos esta jornada, os adeptos gostavam de poder continuar a sonhar que ainda é possível...
FICHA DE JOGO
SC Braga-FC Porto, 1-0
Taça da Liga, final
13 de Abril de 2013
Estádio Cidade de Coimbra
Árbitro: João Capela (Lisboa)
Assistentes: Ricardo Santos e Tiago Rocha
Quarto árbitro: Manuel Mota
SC BRAGA: Quim; Baiano, Nuno André Coelho, Santos e Elderson; Custódio, Hugo Viana e Rúben Micael; Alan, Carlão e Mossoró
Substituições: Rúben Micael por João Pedro (75m), Carlão por Zé Luís (78m) e Mossoró por Douglão (90m+2)
Não utilizados: Kritsyuk, Rúben Amorim, Hélder Barbosa e Mauro
Treinador: José Peseiro
FC PORTO: Fabiano; Danilo, Abdoulaye, Mangala e Alex Sandro; Fernando, João Moutinho e Lucho; James, Jackson e Defour
Substituições: Lucho por Otamendi (intervalo), Defour por Kelvin (60m) e James por Atsu (75m)
Não utilizados: Helton, Castro, Izmaylov e Liedson
Treinador: Vítor Pereira
Ao intervalo: 1-0
Marcadores: Alan (pen., 45m+2)
Cartões amarelos: Abdoulaye (17m e 45m), Elderson (36m), Baiano (47m), Mossoró (67m), Custódio (80m) e Quim (90m+2)
Cartões vermelhos: Abdoulaye (45m, por acumulação de amarelos)
PONTO DE SITUAÇÃO
29 vitórias, 8 empates, 4 derrotas
80 golos marcados, 23 sofridos
1 título conquistado, 3 títulos perdidos, 1 títulos em disputa
E a história repete-se. Duas vezes esta época que o FC Porto e Braga se defrontam em jogos consecutivos separados por poucos dias. Duas vezes que o FC Porto ganha para o campeonato e perde o jogo da competição a eliminar.
Pior ainda. Porque esta era a final. Da Taça da Liga, sim, que não vale nada, eu sei, mas é uma competição e eu gosto de ganhar sempre, até na pré-época - por isso não gostei de ver o FC Porto não jogar para ganhar a final. Porque as normas da casa são antigas: as finais não são para se jogar, são para se ganhar.
Não vi o jogo em directo, as horas são impróprias para quem está em Macau. Mas vi resumos e li muitos comentários. E não gostei do que vi e do que li. E menos ainda do que vi e li o VP dizer no final do jogo - culpar o árbitro pela derrota! VP, aprende de uma vez por todas: não é o árbitro que marca golos nem é ele que os sofre, pode condicionar mas isso trabalhado psicologicamente serve apenas para animar ainda mais os "rapazes". Claro que não percebes isso, como nem percebeste ainda como te caiu no colo o cargo que tens ou como vais ser despachado no final da época para a Turquia, Grécia ou Chipre enquanto o diabo esfrega um olho - e a única coisa que me preocupa é que a SAD tenha demorado quase 2 épocas a perceber o que meio mundo comentador bloguistico já percebeu há muito - o FC Porto é um pesado e tu só tens licença da câmara para motas abaixo dos 50 c.c.!
Quanto ao jogo, felizmente o Fabiano estava inspirado e mostrou que tem, de facto, categoria para herdar a camisola de Helton um dia (e pelas declarações dele dos ultimos tempos, desconfio que não vai ser um dia assim tão distante quanto isso) porque a parte final do jogo foi, simplesmente, penosa.
Enfim, segue o teu penoso percurso e que tanto nos faz sofrer por mais uns jogos, enterra lá de vez a equipa. Eu não acredito que consigas o que dizes que vais tentar - lutar pelo título até fim. Não tens força anímica, não tens controlo no plantel, não tens palavra a dizer nas contratações. E não tens jeito para treinador - podes ser um grande adjunto, mas és um treinador muito fraco.
E que ganhes ao Moreirense no sábado, é tudo o que peço - desconfio que levas é mais um banho de táctica do Inácio que sabe mais a dormir do que tu acordado... tomara me engane eu... é que com o jogo dos lampiões e lagartos esta jornada, os adeptos gostavam de poder continuar a sonhar que ainda é possível...
| Sem ver Jackson comemorar, a Taça não vamos ganhar... |
FICHA DE JOGO
SC Braga-FC Porto, 1-0
Taça da Liga, final
13 de Abril de 2013
Estádio Cidade de Coimbra
Árbitro: João Capela (Lisboa)
Assistentes: Ricardo Santos e Tiago Rocha
Quarto árbitro: Manuel Mota
SC BRAGA: Quim; Baiano, Nuno André Coelho, Santos e Elderson; Custódio, Hugo Viana e Rúben Micael; Alan, Carlão e Mossoró
Substituições: Rúben Micael por João Pedro (75m), Carlão por Zé Luís (78m) e Mossoró por Douglão (90m+2)
Não utilizados: Kritsyuk, Rúben Amorim, Hélder Barbosa e Mauro
Treinador: José Peseiro
FC PORTO: Fabiano; Danilo, Abdoulaye, Mangala e Alex Sandro; Fernando, João Moutinho e Lucho; James, Jackson e Defour
Substituições: Lucho por Otamendi (intervalo), Defour por Kelvin (60m) e James por Atsu (75m)
Não utilizados: Helton, Castro, Izmaylov e Liedson
Treinador: Vítor Pereira
Ao intervalo: 1-0
Marcadores: Alan (pen., 45m+2)
Cartões amarelos: Abdoulaye (17m e 45m), Elderson (36m), Baiano (47m), Mossoró (67m), Custódio (80m) e Quim (90m+2)
Cartões vermelhos: Abdoulaye (45m, por acumulação de amarelos)
PONTO DE SITUAÇÃO
29 vitórias, 8 empates, 4 derrotas
80 golos marcados, 23 sofridos
1 título conquistado, 3 títulos perdidos, 1 títulos em disputa
terça-feira, 9 de abril de 2013
Jogo 40 - FC Porto, 3 x Braga, 1 - Foi à reviravolta, mas foi...
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| Kelvin abriu o livro, felizmente... |
Não vi o jogo, o sono foi mais forte que eu (estou em Macau, a +7 horas de fuso horário...) mas vi resumos e li comentários vários.
E li e vi o habitual. Equipa amorfa, apática, lenta de processos e má nas decisões, sem plano B e sem velocidade.
Começou a perder e se a serenidade dos adeptos já não seria muita, deve ter diminuído mais ainda com esse golo bracarense.
Felizmente, a equipa manteve alguma união mínima e acabou por conseguir dar a volta ao resultado, muito por "culpa" da inspiração de um miúdo que tem prometido muito mais do que aquilo que tem alcançado. Felizmente, naquela noite, alcançou dois golos em 3 minutos no fim do jogo que valeram a diferença entre empatar e arrepiar ainda mais o caminho do tri ou manter a equipa à tona dos quatro pontos de distância...
Comentário ainda para o despropositado não agradecimento da equipa no final aos adeptos e para as não só despropositadas como patéticas declarações do Helton sobre o assunto. Quando o Helton chegou ao FC Porto, já eu era sócio e adepto há mais tempo de o que ele tinha de vida. Quando o Helton sair do FC Porto, eu continuarei a ser sócio e adepto do FC Porto. A ir ao estádio vibrar com a equipa. E se os adeptos assobiam, não é por serem anti-Porto ou de outros clubes. É por serem 100% Porto, por terem visto esses mesmos jogadores fazerem muito melhor do aquilo que fizeram nesse jogo. E o problema não está nos adversários - eles já jogaram contra adversários muito mais fortes e fizeram muito melhor. Se há assobios é porque há a noção que são capazes de mostrarem um futebol muito melhor. E em vez de criticar os adeptos, não percebendo que há uma crise e muitos sacrificios dos adeptos para lá estarem no estádio a ver as suas estrelas a jogar e não os querem ver a arrastarem-se em campo, a perderem tempo sem sentido, a fazerem coisas que nem os miudos das escolinhas fazem. O problema dos assobios dos adeptos está nos jogadores e na equipa técnica - não sei se há ordenados em atraso ou prémios por pagar, não sei se há problemas de relacionamento entre os grupos de jogadores ou entre estes e os técnicos, não sei o que se passa. O que sei é que já vi (e escrevi aqui) o FC Porto fazer grandes jogos esta época - e o jogo de sábado foi uma porcaria, para ser simpático. Bem melhor esteve Lucho nas suas declarações...
Só espero que este sábado, joguem a final da taça da Liga bem... e para ganhar. Como alguém no FC Porto disse, as finais não se jogam, ganham-se!
FICHA DE JOGO
FC Porto-SC Braga, 3-1
Liga portuguesa, 25.ª jornada
8 de Abril de 2013
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 31.210 espectadores
Árbitro: Pedro Proença (Lisboa)
Assistentes: Tiago Trigo e André Campos
Quarto árbitro: Pedro Vilaça
FC PORTO: Helton; Danilo, Maicon, Otamendi e Alex Sandro; Fernando, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson e Defour
Substituições: Maicon por Abdoulaye (ao intervalo), Defour por Atsu (62m) e Lucho por Kelvin (76m)
Não utilizados: Fabiano, Quiño, Castro e Liedson
Treinador: Vítor Pereira
SC BRAGA: Quim; Baiano, Santos, Nuno André Coelho e Elderson; Custódio, Hugo Viana e Mauro; João Pedro, Mossoró e Alan (cap.)
Substituições: Mossoró por Carlão (68m), Hugo Viana por Rúben Micael (86m) e João Pedro por Hélder Barbosa (90m)
Não utilizados: Kritciuk, Haas, Rúben Amorim e Zé Luís
Treinador: José Peseiro
Ao intervalo: 1-1
Marcadores: Alan (22m), James (37m) e Kelvin (83m e 86m)
Cartão amarelo: Quim (67m)
PONTO DE SITUAÇÃO
29 vitórias, 8 empates, 3 derrotas
80 golos marcados, 22 sofridos
1 título conquistado, 2 títulos perdidos, 2 títulos em disputa
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Jogo 39 - Académica, 0 x FC Porto, 3 - Castro, Coração de Dragão
Não foi fácil para mim assistir a este jogo. A diferença horária para Macau, onde estarei ainda mais umas semanas, é quase incompatível com a visualização de jogos em directo. Melhorou agora este fim de semana com a mudança de hora (passou de +8 horas para +7 horas de diferença para Portugal) mas mesmo assim não será fácil.
Em todo o caso, este consegui ver do principio ao fim, via internet porque o jogo escolhido pela RTP I (via TDM, canal de Macau) foi o dos lampiões esta semana...
E vi o mesmo de sempre.
Um FC Porto amorfo, com pouca chama, com um domínio inquestionável da posse de bola mas com um rendimento daí retirado residual. Logo a seguir ao intervalo, escrevi no Facebook: "27 ataques, 71% de posse de bola. 1 golo. Que sensação de desperdício de tempo e de saber o que fazer com a bola..." e este tem sido o comentário, mais letra menos letra, que tenho escrito e lido um pouco por toda a parte. E esta estatística explica o nosso 2º lugar na tabela. Bem podem pregar que até temos mais um ponto que o ano passado - vale-nos de muito isso, o canal história é para os lampiões, não é para aqui chamado quando não vamos à frente... E quando os lampiões comemoraram este fim de semana o seu 100º golo em competições este ano (e nós, como se vê abaixo, ainda nem aos 80 chegamos) sem ter a mesma posse de bola que temos, ainda mais perguntas ficam no ar... para que controlar assim? Que vantagens isso nos traz? Porque não concretizamos mais se até temos o melhor ponta de lança e melhor marcador do campeonato? E na minha modesta análise, as respostas apontam para o treinador: quer controlar assim porque quer ser como o Barcelona, o seu modelo de jogo; vantagens que traz é sofrermos poucos golos, somos de facto das melhores defesas da Europa (e estamos longe de ter dos melhores defesas da Europa, ao contrário de tempos não muito remotos); e não concretizamos mais porque o treinador é limitado ao seu trabalho de campo em jogo, não consegue adaptar e adaptar-se a procurar mais golos - aliás, bem pelo contrário, a substituição-tipo dele é de cariz defensivo ou de segurar o jogo, metendo defesas e médios em predominância aos atacantes - caso mais paradigmático são os breves minutos de utilização de Liedson ou de Sebá nos últimos 5 jogos, nos quais o FC Porto perdeu um e empatou dois... não é normal que não estando em vantagem no marcador, não aposte nos atacantes que tem disponíveis...
Enfim, do jogo, fraquinho, valeu a vitória que nos mantém 4 pontos atrás dos lampiões e com uma centelha de esperança que ainda seja possível (não vai ser, mas pronto... deixem-nos sonhar!) e acima de tudo por ver um Moutinho bem melhor e um Castro que só pela entrega, fervor, portismo e suor que entrega em cada lance, em cada minuto, em cada momento do jogo me deixa a sonhar com tempos em que tantos sentiam aquela camisola e a responsabilidade de a vestir dessa mesma forma. Hoje, para além de Castro, talvez só Lucho e Hélton sintam algo de parecido - e são ambos estrangeiros! Ao que isto chegou...
Pelo golo e acima de tudo pela comemoração, que ainda hoje me arrepia ao escrever sobre ela, CASTRO foi o homem do jogo! Merece muito mais oportunidades e aquilo que conseguiu, até agora, foi contra muitos preconceitos (ah e tal que não tem técnica, que é muito duro, que é muito impetuoso, que não tem visão de jogo...) e contra o treinador e contra empresários (que infestam aquele balneário) e até contra a SAD que prefere bem mais a aposta nas contratações que rendem comissões de compra e venda do que nos miúdos vindos da formação.
Castro, coração de Dragão! Parabéns!
FICHA DE JOGO
Académica-FC Porto, 0-3
Liga portuguesa, 24.ª jornada
30 de Março de 2013
Estádio Cidade de Coimbra
Assistência: 5.832 espectadores
Árbitro: Bruno Esteves (Setúbal)
Assistentes: Rui Teixeira e Mário Dionísio
Quarto árbitro: Rui Patrício
ACADÉMICA: Ricardo; João Dias, João Real, Flávio (cap.) e Hélder Cabral; Bruno China, Makelele e Marcos Paulo; Rodrigo Galo, Edinho e Wilson Eduardo
Substituições: Bruno China por Cleyton (59m), João Dias por Marinho (67m) e Wilson Eduardo por Cissé (86m)
Não utilizados: Peiser, Halliche, Keita e Ogu
Treinador: Pedro Emanuel
FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, João Moutinho e Lucho; James, Jackson e Izmaylov
Substituições: Lucho por Castro (74m), James por Defour (74m) e Danilo por Maicon (81m)
Não utilizados: Fabiano, Liedson, Abdoulaye e Kelvin
Treinador: Vítor Pereira
Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Mangala (15m), Danilo (52m) e Castro (89m)
Cartões amarelos: Bruno China (23m), Mangala (34m), Otamendi (62m) e João Moutinho (87m)
Cartões vermelhos: nada a assinalar
PONTO DE SITUAÇÃO
28 vitórias, 8 empates, 3 derrotas
77 golos marcados, 21 sofridos
1 título conquistado, 2 títulos perdidos, 2 títulos em disputa
Em todo o caso, este consegui ver do principio ao fim, via internet porque o jogo escolhido pela RTP I (via TDM, canal de Macau) foi o dos lampiões esta semana...
E vi o mesmo de sempre.
Um FC Porto amorfo, com pouca chama, com um domínio inquestionável da posse de bola mas com um rendimento daí retirado residual. Logo a seguir ao intervalo, escrevi no Facebook: "27 ataques, 71% de posse de bola. 1 golo. Que sensação de desperdício de tempo e de saber o que fazer com a bola..." e este tem sido o comentário, mais letra menos letra, que tenho escrito e lido um pouco por toda a parte. E esta estatística explica o nosso 2º lugar na tabela. Bem podem pregar que até temos mais um ponto que o ano passado - vale-nos de muito isso, o canal história é para os lampiões, não é para aqui chamado quando não vamos à frente... E quando os lampiões comemoraram este fim de semana o seu 100º golo em competições este ano (e nós, como se vê abaixo, ainda nem aos 80 chegamos) sem ter a mesma posse de bola que temos, ainda mais perguntas ficam no ar... para que controlar assim? Que vantagens isso nos traz? Porque não concretizamos mais se até temos o melhor ponta de lança e melhor marcador do campeonato? E na minha modesta análise, as respostas apontam para o treinador: quer controlar assim porque quer ser como o Barcelona, o seu modelo de jogo; vantagens que traz é sofrermos poucos golos, somos de facto das melhores defesas da Europa (e estamos longe de ter dos melhores defesas da Europa, ao contrário de tempos não muito remotos); e não concretizamos mais porque o treinador é limitado ao seu trabalho de campo em jogo, não consegue adaptar e adaptar-se a procurar mais golos - aliás, bem pelo contrário, a substituição-tipo dele é de cariz defensivo ou de segurar o jogo, metendo defesas e médios em predominância aos atacantes - caso mais paradigmático são os breves minutos de utilização de Liedson ou de Sebá nos últimos 5 jogos, nos quais o FC Porto perdeu um e empatou dois... não é normal que não estando em vantagem no marcador, não aposte nos atacantes que tem disponíveis...
Enfim, do jogo, fraquinho, valeu a vitória que nos mantém 4 pontos atrás dos lampiões e com uma centelha de esperança que ainda seja possível (não vai ser, mas pronto... deixem-nos sonhar!) e acima de tudo por ver um Moutinho bem melhor e um Castro que só pela entrega, fervor, portismo e suor que entrega em cada lance, em cada minuto, em cada momento do jogo me deixa a sonhar com tempos em que tantos sentiam aquela camisola e a responsabilidade de a vestir dessa mesma forma. Hoje, para além de Castro, talvez só Lucho e Hélton sintam algo de parecido - e são ambos estrangeiros! Ao que isto chegou...
Pelo golo e acima de tudo pela comemoração, que ainda hoje me arrepia ao escrever sobre ela, CASTRO foi o homem do jogo! Merece muito mais oportunidades e aquilo que conseguiu, até agora, foi contra muitos preconceitos (ah e tal que não tem técnica, que é muito duro, que é muito impetuoso, que não tem visão de jogo...) e contra o treinador e contra empresários (que infestam aquele balneário) e até contra a SAD que prefere bem mais a aposta nas contratações que rendem comissões de compra e venda do que nos miúdos vindos da formação.
![]() |
| Foto Facebook do André Castro |
Castro, coração de Dragão! Parabéns!
FICHA DE JOGO
Académica-FC Porto, 0-3
Liga portuguesa, 24.ª jornada
30 de Março de 2013
Estádio Cidade de Coimbra
Assistência: 5.832 espectadores
Árbitro: Bruno Esteves (Setúbal)
Assistentes: Rui Teixeira e Mário Dionísio
Quarto árbitro: Rui Patrício
ACADÉMICA: Ricardo; João Dias, João Real, Flávio (cap.) e Hélder Cabral; Bruno China, Makelele e Marcos Paulo; Rodrigo Galo, Edinho e Wilson Eduardo
Substituições: Bruno China por Cleyton (59m), João Dias por Marinho (67m) e Wilson Eduardo por Cissé (86m)
Não utilizados: Peiser, Halliche, Keita e Ogu
Treinador: Pedro Emanuel
FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, João Moutinho e Lucho; James, Jackson e Izmaylov
Substituições: Lucho por Castro (74m), James por Defour (74m) e Danilo por Maicon (81m)
Não utilizados: Fabiano, Liedson, Abdoulaye e Kelvin
Treinador: Vítor Pereira
Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Mangala (15m), Danilo (52m) e Castro (89m)
Cartões amarelos: Bruno China (23m), Mangala (34m), Otamendi (62m) e João Moutinho (87m)
Cartões vermelhos: nada a assinalar
PONTO DE SITUAÇÃO
28 vitórias, 8 empates, 3 derrotas
77 golos marcados, 21 sofridos
1 título conquistado, 2 títulos perdidos, 2 títulos em disputa
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