quinta-feira, 21 de junho de 2007

As contratações...

Por falta de tempo, não me tenho debruçado sobre as contratações, mas espero em breve fazê-lo...
Umas boas, outras assim-assim...
Mas com tempo falaremos...

terça-feira, 19 de junho de 2007

Um esclarecimento!!!

Andava aqui neste blog um pequeno esperto lampião que, não tendo mais nada que fazer, fazia referências aos irmãos dele, chamando-lhes filhos de mãe de profissão duvidosa, gatunos e coisas que tal, em textos enormes em vários posts, mesmo antigos...

Como tal, esse espertinho deixa de utilizar este fórum de opinião para insultar os seus irmãos e vai insultar para casa dele, sendo certo que vocês com toda a certeza me desculparão este incómodo de apenas verem o vosso comentário após a minha aprovação, mas é por uma boa causa.

Cumprimentos,
O Dragão

Questões oftalmológicas

O director do "avante" lampião, traz no seu editorial de hoje um naco de "excelente" prosa de excelso comentarista, ao referir-se à entrevista concedida por Pinto da Costa ao jornal Público. Afirma ele (ele, o Vítor lampião) que pela primeira vez Jorge Nuno joga na defensiva ( é evidente que o "conceituado" jornalista gostaria era que o nosso presidente começasse a espingardear para todos os lados e, assim, poder dar azo a coberturas jornalísticas do seu pasquim que não só incriminassem o citado presidente e o seu clube como pudessem proporcionar-lhe um aumento de vendas sempre tão útil. A juntar à cinematografia, não estaria mal pensado! Acrescenta ainda o insigne director, contrariando, aliás, a anterior asserção, que, no entanto, é muito grave a insinuação que Pinto da Costa faz ao afirmar que anda a ser vítima, ele e o clube, de perseguição!
É evidente que não há nem nunca houve qualquer tipo de perseguição pessoal a Jorge Nuno PInto da Costa, nem ao clube, nem ao norte que não é vermelhusco, nem por parte da imprensa escrita e falada , especialmente a lisboeta, nem da justiça, nem dos políticos, nem de ningúem. Não há agora nem nunca houve.É tudo fruto de uma imaginação doentia de quem tem a mania da perseguição!
Nós portistas não somos seis milhões...não somos quatro milhões, somos apenas uns míseros milhares e, ainda por cima, todos cegos! Não é uma fatalidade?
Apetece-me invectivar o ilustre jornalista (???) lampião do mesmo modo que o Berardo fez com o Rui Costa!

Nem nas marchas populares estes pategos se safam...

CLASSIFICAÇÃO DAS MARCHAS POPULARES NA CAPITAL DO IMPÉRIO:

1º Alfama
2º Marvila
3º Campolide
4º Castelo e Mouraria
5º Alcântara
6º Lumiar
7º Bica
8º São Vicente
9º Madragoa
10º Olivais, Bairro Alto
11º Alto do Pina
12º Graça
13º Carnide
14º Bela Flor
15º Santa Engrácia
16º Beato
17º Ajuda
18º Benfica

Ver aqui

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Afinal Pinto da Costa concorda connosco...

Na entrevista que o mesmo deu ao Público, o Presidente referiu-se a Diego:

"P: Não está arrependido por aceitado a saída do brasileiro Diego, com quem Adriaanse não contava?
PC: Claro que estou. E muitas vezes o professor Jesualdo lamentou a sua saída. Mas é preciso perceber as coisas. O Diego tinha custado cerca de sete milhões de euros e, quando o treinador diz ‘não conto com ele’ (e nem era preciso dizer porque bastava ver que ele não o utilizava), a opção era entre ficar com ele encostado e cada vez a desvalorizar-se mais ou tentar recuperar a maior parte do elevado investimento. Mas, tal como aconteceu com o Hugo Almeida, no dia em que o Adriaanse se demitiu imediatamente tentei que o Werder Bremen desistisse dos dois. Mas o clube alemão não aceitou voltar a atrás no negócio e perdemo-los."

Para os defendores de Adriansse, deve ser um duro golpe...
(Ver aqui a entrevista)

sábado, 16 de junho de 2007

Não havia nexexidade...

...de se candidatar se já sabia que este ia ser o resultado da perseguição que lhe persegue a comunicação social mourisca. E se antecipar já um resultado identico do julgamento, mais ainda me pergunto para quê insistir no erro...

Menos mal que desta vez soube fazer do fim de carreira de um jogador - quer dizer, de um mito, de um Portista como eu gostava de ser - um momento único e especial para todos os portistas e para o grande Vitor Baia em particular.

A sua nomeação para director do clube, com a pasta das relações externas, juntamente com a prometida homenagem no principio da próxima época, são coisas que deveriam ter sido feitas com o Gomes, com o Rui Barros, com o Domingos e o Jorge Costa, por exemplo.

O que vale é que começo a vislumbrar ao fundo do túnel a ideia de um novo dueto Baia-Jorge Costa: Presidente-Treinador. E diria que isso ainda vai acontecer antes de eu regressar de Angola, e a minha intenção é ficar cá somente uns 3 ou 4 anos e o primeiro deles já está a concluir-se...

Entretanto, uma imagem que encontrei por acaso no Google Maps. Há lá coisa mais bonita?

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Quem aldraba quem?

Quando as hipóteses de vencer o campeonato passaram a ser muito reduzidas para não dizer mesmo nulas, os “avantes, principalmente o “lampião”, passaram a revelar diariamente o nome de eventuais ingressos no clube vermelho, todos e cada um de um desmedido valor futebolístico, entranhadamente benfas, não desde o ventre materno como eram e são todos os que ano após ano têm a “subida honra” de envergar as desbotadas camisolas do clube dos milhafres, mas indeléveis lampiões desde o espermatozóide paterno, ( porque também é verdade que só assim é possível compreender a absoluta e patológica degenerescência que continua a afectar a tal espécie de seis milhões (???) de papalvos), todos os jogadores inconsoláveis na hora da despedida, mas mortinhos por se porem a mexer o mais depressa possível.
Terminada a liga e depois das promessas e avisos, das ameaças e chantagens, dos recados e mais recados do douto presidente lampião ( só não é doutor, porque a independente já fechou as portas, mas com jeitinho e com o dinheiro que com os pneus e outros “negócios” já amealhou, tudo por meios lícitos, transparentes e honestos, não é drª Morgada?, lá se há-de arranjar qualquer coisa, se não for doutor é comendador que vai dar no mesmo!), os “avantes” começaram a sempre meritória cruzada de enriquecimento do plantel dos clubes da 2ª circular. Todos os pretendentes à porta, só falta isto, mais aquilo, pouca coisa aliás, mas está quase, está quase, e eis que o douto presidente, só para chatear os doutos jornalistas pespega na primeira página que «o seu clube não esteve nem está interessado em nenhum dos jogadores que a referida imprensa anunciava».
Francamente, sr. presidente, isto não se faz a quem tão servilmente propagandeia os méritos de v.ex.cia, as excelsas virtudes de v. ex.cia, as fabulosas promessas de v.ex.cia, as aterradoras ameaças de v. ex.cia, as mirabolantes contratações de v. ex.cia…
Isto não se faz.
É de ir às lágrimas.

AO FILHO DE UM BOI.... "FESTEJAR"

Este título vem em função do que um filho de uma grande puta escreveu ontem num dos Avantes (segundo o Tavares Teles, porque não lei esses rolos de papel higiénico).
Tavares Teles transmite-nos o que ele escreveu, a saber:

"... No “Record” de ontem, escreve Nuno Farinha: “Que ninguém festeje. O que existe para já é uma acusação. Grave mas ‘apenas’ uma acusação”..."

Pois a este filho da puta, apenas lhe tenho a dizer que festejar, festejarei eu quando esse cabrão morrer da taquicardia, como o outro lampião morreu no dia em que viu o Porto a espetar 5-0 no cestinho de pão.

Festejar, festejei eu, quando o Porto foi Campeão e esse filho duma puta ficou com os cornos do tamanho de um touro a olhar para a vitória moral do seu clube.

Festejar, festejo eu, se me confirmarem que é filho ou neto daquele ressabiado do Alfredo Farinha que o Manuel Serrão deixava perto de um enfarte.

Festejar, festejarei eu, no dia em que esse filho de trinta e cinco mil vagões de putas me aparecer à frente e eu lhe espetar um murro bem no meio daqueles cornos.

Ainda tens muito que penar, cabrão de merda...

OBRIGADO CAMPEÃO




Quando me preparava para escrever este post, verifiquei que o Azulão já deve ter escrito sobre o mesmo assunto, pois apenas vi o título "OBRIGADO" que aparecia do post anterior e não tinha nada que enganar.
No entanto, vou fazer este post. E vou-o fazer porque não poderia deixar passar em claro, neste local onde escrevo, o meu agradecimento para memória futura.

E vou-o fazer relembrando o blog
Vitor-Vitoria, um blog do Portista Ricardo (ironia das ironias) dedicado ao Vitor Baía e que acabou há sensivelmente dois anos, mas que nunca o retirei aqui do lado, dos blogs aliados. E vou-vos deixar com partes do seu último post, pois são um grande tributo ao nosso Vitor e que dizem exactamente aquilo que não me sai neste momento.

Obrigado Vitor, vais deixar muitas saudades...

"Tudo na vida tem um fim. Tudo. Até, infelizmente, o jejum dos lampiões. E Este blog não é excepção. Chegou portanto a altura de escrever o último post do Vitor-Vitoria. Durante quase dois anos da minha vida tornei-me uma espécie de defensor oficial da blogosfera daquele que é o melhor guarda-redes português de todos os tempos. Deixem-me escrever só mais uma vez: o melhor guarda-redes português de todos os tempos.

Explicar a um não-portista o que é ter um guarda-redes como o Baía na equipa é quase como pedir a um sportinguista que não fale de arbitragens no final dos jogos: é difícil, se não impossível.

Há quem me chame obsessivo, doente, mariconso, fanático, e eu sei lá mais o quê, mas não se esqueçam que todos os dias, e várias vezes ao dia, me chamam... Ricardo, pelo que já estou vacinado contra todo o tipo de insultos.

A verdade é que há, entre o Vítor Baía e os adeptos do Porto, uma empatia que não existe entre qualquer outro jogador e respectivo clube de futebol. E eu, meus caros, vejo muito futebol. Falem-me de Schmeichels, de Preud'hommes, de Oliver Kahns, de Buffons, de Casillas, de Petr Chechs, falem-me de quem quiserem mas não creio que haja um único adepto do Porto que estivesse disposto a trocar o Vítor Baía por qualquer um deles.

Mesmo admitindo que um ou outro até possa ser superior ao Baía. A questão, para mim – e creio que para todos os portistas -, não é essa. O Baía não é apenas o somatório das defesas, dos campeonatos e das taças. O Baía é tudo isso e muito mais. Alguém se lembra, por exemplo, de algum um outro jogador – guarda-redes ou não – receber e levantar uma Taça de Portugal, gritando pelo seu clube enquanto lhe eram arremessadas pedras, garrafas, e todo o tipo de objectos?

Alguém se lembra de um jogador – guarda-redes ou não – ser operado 4 vezes ao mesmo joelho e regressar para vencer não sei quantos campeonatos, uma Taça Uefa, uma Liga dos Campeões e uma taquicard... uma Taça Intercontinental?

Alguém se lembra de um jogador – guarda-redes ou não – com quase 20 anos de carreira, vibrar com as vitórias do seu clube como se estivesse a disputar o seu primeiro ano de sénior? Alguém se lembra de um jogador – guarda-redes ou não – ser impedido, sem qualquer explicação, de representar a selecção do seu País e responder a isso com a elevação, a sobriedade e a categoria de um verdadeiro campeão? Eu não. E vocês também não. E escusam de ir ao Google.

Porque termina então este blog? Termina porque, a bem dizer, o mais (e o menos...) importante já foi aqui dito, mas termina também, e fundamentalmente, por culpa de um homem: Daniel Gaspar, treinador dos guarda-redes do Porto durante esta última época e que, numa entrevista concedida há umas semanas, disse que o Vítor Baía “tem capacidade para jogar até aos 40 anos”. Ora, isto, a ser verdade, significa que o Vítor Baía tem ainda mais 5 anos pela frente como guarda-redes do Porto. E cinco anos, não sendo tanto como 10, é muito tempo - muitos dias, muitas horas a blogar. E a minha vida não é isto. Embora às vezes pareça, admito.

A verdade é que a O.A.B. - Onda Anti-Baía - já teve os seus tempos áureos. E foi precisamente a O.A.B. que me fez tornar num P.B.F. – Pró-Baía Fundamentalista. Nunca mais me esquecerei daquele Portugal 2 - Estados Unidos 3, do Mundial de 2002, em que eu, aproveitando uma pausa no trabalho, perguntei o resultado a um F.D.P. (esta é fácil) de um lampião que assistia ao jogo, e ele me respondeu: “Está 3-0... 3 frangos do Vítor Baía”. Foi nesse instante que eu percebi que era um homem com uma missão: dizer sempre bem das exibições do Baía - mesmo que pensasse o contrário - e mal, muito mal, dos Anti-Baía. Isso e voltar para o trabalho.

Hoje, com quase dois anos de Vitor-Vitoria, acho que a minha missão está cumprida, e é mais ou menos pacifico afirmar que, à excepção de meia dúzia de atrasados mentais e dos jornalistas do Record (passe a redundância), e passados 3 anos sobre o Mundial de 2002, ninguém parece ter dúvidas sobre quem é – e sempre foi – o melhor.
"

quarta-feira, 13 de junho de 2007

OBRIGADO!


Seriam precisas muitas linhas para enumerar todos os troféus, colectivos e individuais do grande Vítor Baía.

Seriam precisas muitas mais para descrever as suas grandes qualidades humanas e o seu amor, tão sincero quanto incomparável, pelo Futebol Clube do Porto.

Para expressar toda a minha admiração e gratidão por este SENHOR, não tenho engenho nem arte. Fica aqui apenas o meu MUITO OBRIGADO!