terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

A minha colherada

Francamente, amigos, estranham a onda de contestação erguida em torno do resultado obtido no Mário Duarte? De estranhar seria que aplaudissem. Espantam-se com os comentários da TVI, da SPORTV, dos Records? De espantar seria que dissessem bem.
Não esqueçam que o idiota director dessa vergonhosa estação de TV na recente "gala", vestido de imperador ( da saloíce nacional?), proclamou alto e bom som vivas aos lampiões e uma das rábulas do espectáculo (tenho tanta pena por ver o Júlio Magalhães metido no meio daquela corja!!!) mais não era do que pretender denegrir o nosso presidente.
Não esqueçam que por parte dessa estação ( e das outras também) o objectivo principal é fazer campanha contra o F.C. do Porto. O ódio é proporcional à frustração. A afronta é proporcional ao desespero.
O que aborrece e intriga é que não haja jornalistas ou comentadores capazes de questionar directamente, olhos nos olhos, os autores dessas insidiosas campanhas. Capazes de os enfrentar e desmascarar . Parece que ficaram todos reféns desses mentecaptos, anestesiados pelas atoardas que impunemente nos lançam. Tenho saudades dos murros na mesa do Pedroto, do Oliveira, do Mourinho... Das farpas do Jorge Nuno... Das réplicas do Pôncio Monteiro... As hienas rosnavam, mas agachavam-se, faziam campanhas, mas tinham receio...
Agora!!!
Se até qualquer "bardamerdas" lampião vem meter o bedelho neste e noutros blogs do nosso clube!
Que vão todos para a "pata que os pôs"!

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Uma mão cheia...

...de golos, mas que se não tiverem seguimento poderão ser uma mão cheia de nada, pelo que se pede à equipa total concentração e empenho para este mês de Março que será tão ou mais importante como o foi o de Janeiro, que tão mal nos correu então.

Em todo o caso, a marretada que o Beira-Mar levou ontem foi merecida e nem sequer faltou o já tradicional penalti por marcar, novamente em carga sobre o Postiga, isto apesar de pela primeira vez em muito tempo (uns largos meses, tenho essa impressão) um árbitro ter assinalado um penalti a favor do FC Porto na Liga Bwin.

Gostei muito do Quaresma ontem, mais uma vez o "saca-rolhas" que abre defesas com fintas, dribles e passes que baralham qualquer um. Felizmente que para além dele, tivemos ainda um Raul Meireles em grande, com mais um grande golo de meia-distância, além de um Pepe que agora além de defender com a qualidade que se lhe é reconhecida também ataca muitissimo bem - no último jogo cruzou para um golo, neste ganhou um penalti, não contando com o lançe de bola parada que abriu o marcador...

Portistas, quando o FC Porto joga assim e marca como parece estar outra vez a marcar, podemos sempre esperar algo mais da equipa. O que não se percebe é estas alternancias de estado de espirito e forma, esta instabilidade exibicional que vem apresentando: ora na mó de cima, ora na mó de baixo.

Ultima nota: gostei de ver o Renteria, mexido, com apetência para o remate e interventivo. Para confirmar mais tarde indicações dadas nos poucos minutos que até agora actuou.

Pavão

domingo, 25 de fevereiro de 2007

Marreta(da)

Marretada merece levar o Beira-Mar hoje à noite, clube vendido aos espanhóis e ao serviço de S.Majestade El-Rei D. Juan Carlos!

Marretada merece levar este futebol português cuja justiça é cega - não no sentido de que deve ser isenta, mas no sentido que só vê aquilo que quer ver, sejam agressões, sejam penaltis... Nas últimas 3 jornadas vimos o nosso principal jogador cumprir pena de suspensão em duas por alegada agressão cujo recursso, apesar da pena cumprida, ainda não foi analisado e vimos pelo menos 3 penáltis roubados de forma clara, ao não serem assinalados e a respectiva penalização disciplinar ser mostrada ao infractor. Ainda estou para ver o que se vai passar hoje (será que à terceira é de vez?) e aquilo que o Conselho de Justiça vai decidir quanto ao recurso interposto pelo Quaresma.

Marreta é o espanhol mediano como jogador e que nunca treinou na vida que vem dizer, IMPUNEMENTE, que só à marretada se trava Quaresma! Qual é a mensagem, nada subliminar, que está a transmitir? Quem assistiu ao último jogo da Liga dos Campeões viu a forma como Diarra travou diversas vezes o Quaresma. E a violenta entrada do Essien. De facto, esses usaram a força bruta. Com a complacência do árbitro diversas vezes, verdade seja ela também dita! Com toda esta situação do apito dourado a condicionar os árbitros, com o pedido expresso do coño do gallego para travar o Quaresma, pergunto-me se a alteração que o (às vezes) marreta do nosso treinador deveria fazer não seria começar com o Quaresma no banco?!

Enfim, espero que o FC Porto ganhe hoje, nem que seja à marretada - que é para os nossos adversários e em particular os nossos inimigos provarem do veneno que andam a cuspir para o ar.

Pavão

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

Empate técnico

De facto, como bem diz o Francisco, nem tudo está perdido.
Do jogo resultou um claro empate, não só no resultado como também no campo da táctica e técnica.
Se o FC Porto iniciou algo nervoso o jogo, ao fim de poucos minutos começou a controlar as operações, com a devida autorização do Mourinho que fiel ao seu 442 defensivo europeu, deixou que fosse o FC Porto a fazer as despesas atacantes.
E na primeira parte, com um bom apoio do Fucile, o Quaresma fez gato-sapato do Diarra - a quem muitas faltas foram perdoadas - e do Mourinho, os seus defensores directos.
O golo foi algo de sorte e algo de raiva do Meireles, mas entrou e valeu. O remate ao poste do Quaresma, em grande jogada de envolvimento, foi fantástico (outrageous e dramatic shot, na versão dos comentadores ingleses do ESPN) e merecia o melhor final.
O golo do Schevechenko foi algo consentudo pela defesa e meio campo que deixou que progredissem em tabelas sem que ninguém assumisse fazer a falta que poderia valer o amarelo mas evitaria, provavelmente, este desfecho. É por isso que o Mourinho pode usar esta táctica: com jogadores atacantes como o ucraniano ou Drogba, uma oportunidade num jogo pode ser o bastante para marcar...

Quanto à alteração táctica que o Jesualdo fez a meio da segunda parte, não lembrava a mais ninguém e foi um acto de desespero de quem queria ganhar porque disse que o ia fazer mas não sabia naquele momento como o fazer. De facto, como muito bem referiu o Dragão, a saída do Fucile foi um erro que mais se fez notar depois da entrada do Bruno Morais para re-editar o 442 vitorioso da última sexta. Quaresma não tem perfil de nº10 nem de atacante centro, pelo que a partir do minuto 65 desapareceu do jogo. E o Chelsea não é, nem de perto nem de longe, uma equipa do calibre da Naval...

O que de facto me deixou algo pensativo foi o facto de não haver centro-campistas no banco: Ibson estava na bancada, Jorginho continua de molho. Ora se por acaso havia alguma lesão durante o jogo, a táctica teria sido alterada muito mais cedo e provavelmente em vez de um empate técnico teríamos um KO ao primeiro round.

Para a segunda mão, em Londres, estou neste momento pessimista, porque temo que o Jesualdo tenha uma recaída "arsenalista" e se ponha todo à defesa - ou seja "pragmático" como disse o Mourinho no final ontem sobre o jogo defensivo do Chelsea - o que é meio caminho andado para ser eliminado sem apelo nem agravo.

Estou como o Dragão: de facto, o Jesualdo não é treinador para o nosso mágico FC Porto. Para consumo interno vai servindo, conheçe os adversários e os treinadores opositores, sabe minimamente como levar a equipa ao título. Mas sempre que tem uma barreira mais complicada de transpor, que é como quem diz um jogo que não seja contra uma equipa da 1ª Liga, falha tactica e tecnicamente muitas vezes.

Pavão

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

Nem tudo está perdido

Apesar de algumas deficiências foi, quanto a mim, um jogo interessante, pois é preciso não esquecer que o Chelsea tem uma grande equipa. No entanto, podíamos perfeitamente ter ganho.
Tivessem jogado assim com esta vontade e este querer e não tinha havido Atléticos, Leirias e Estrelas. Isto é que me faz raiva.

55, 65, 75

Estes podiam ser alguns dos números do euromilhões. Ou então, os minutos dos golos do Porto. Mas, infelizmente, não são. Faça sol ou chuva, seja para a taça ou para o campeonato, esteja a ganhar ou a ser goleado, jogue em casa ou fora, contra o Carcavelinhos ou o Chelsea, Jesualdo Ferreira faz sempre as substituições nestes minutos de jogo. E, regra geral, mal.
Depois de uma incompreensível convocatória, com 8 defesas e apenas 3 médios, não se esperaria grande vitória esta noite. Se, por acaso, Lucho se lesionasse aos 10 minutos, jogaríamos com um meio campo com Cech, Assunção e Raul Meireles? Deus me livre... A pergunta volta à baila? Onde pára o Ibson?
Apesar de tudo, mesmo com 10 jogadores e um estorvo, nem se jogou mal. Mais não era esperado quando o nosso ponta delança (?) dá pelo nome de Postiga. Se a isso acrescermos que o mesmo é sempre o último a sair (claro está, aos 75 minutos), está tudo dito. Se, ainda por cima, com as trocas e baldrocas ficámos numa posição suicida de apenas dois médios, sendo um deles o Lucho todo roto, melhor ainda se torna o resultado.
O Sr. 55, 65, 75, não contente por ter decorado na escola de futebol onde estudou que estes são os minutos para se operarem substituições, ainda por cima conseguiu tirar o Fucile, principal apoio para a boa exibição do Quaresma. Desde que o uruguaio saíu, Quaresma ficou sem apoio e desapareceu. Cech saiu do meio campo e foi para lá, sem atacar. Devemos agradecer o facto dos ingleses nada mais quererem do que o empate, pois caso contrário os últimos 15 minutos teriam sido um massacre...
Isto leva-me a outra questão. No período de Inverno contratou-se dois jogadores para não jogarem. O lateral argentimo pareceu-me até bom jogador. Chegou e foi lançado às feras e, num ápice, nem convocado é mais. A questão é legítima. Se não presta, porque foi contratado? Se o 55, 65, 75 não conta com ele, porque avalizou a contratação? De Renteria, a mesma coisa. Ou é bom, ou não. Jogador de alta competição não precisa de meio ano de adaptação. Se existe um claro défice de finalização, não se entende a sua não convocatória e a insistência na nódoa 23. Poderia ainda falar na bárbara ostracização de Adriano, mas tal ingratidão fica para outro post...
Agora "resta" ganhar em Londres. Com a boa equipa que temos, precisávamos dum treinador mais do que banal. O 55, 65, 75. claramente não é esse treinador. Seria preciso alguém com coragem e sabedoria suficiente para potenciar os bons jogadores que temos, de forma a atenuar-se a diferença colossal de orçamentos existente entre o nosso Clube e o Chelsea (50 milhões contra 330 milhões). Como não temos tal treinador, prevejo o atropelo de trincos e centrais em Stanford Bridge, com o bombear de bolas para esse portento chamado Hélder Postiga. Como milagres não há...
Para não me acusarem de só falar nas coisas más, aqui fica o elogio da noite para esse fabuloso jogador chamado Pepe. Meteu Drogba no bolos, obrigando-o a fazer a pior exibição da época. Faz lembrar Ricardo Carvalho quando cá estava. Temos aqui a nova galinha dos ovos de ouro!


PS - O stupid one não merece mais do que este post scriptum. Fez a sua exibição nojenta do costume, metendo-se com Quaresma na primeira parte, cada vez que este partia os rins a um defesa. O espalhafato usual, castigada com mais vaias do que palmas. Estava à espera de quê? Não somos todos os mentecaptos que julga...

GRANDE DIA

Chegou o dia por que todos esperamos.
Um jogo cheio de condições para ser o jogo da época, em que temos do lado contrário um treinador que esteve presente em quase todas as grandes conquistas do Mágico Porto dos últimos anos.
Não quero dar muita publicidade a este treinador, pois isto é o que ele pretende. Mas não posso deixar de transcrever a forma como o vou receber logo à noite. O treinador da equipa adversária vai ser recebido por mim exactamente com a mesma indiferença com que recebo qualquer outro, isto porque apenas lhe vou fazer aquilo que ele fez quando ganhou a Liga dos Campeões pelo Mágico Porto.
Nesse dia, ignorou quem tanto o apoiou e apenas se interessou por si e pelo dinheiro, tanto como confirma agora quando diz que tem menos pressão do que quando estava no Porto, pois já ganhou a Liga dos Campeões e na altura ainda não havia ganho. Será que o Russo, que lhe paga principescamente para ele ganhar, gostou de ouvir estas palavras? É que o clube que lhe paga ainda não ganhou essa taça e paga-lhe rios de dinheiro para a ganhar. Mais uma vez o treinador olha para o seu umbigo, ignorando quem lhe paga e lhe proporciona todas as suas vitórias, nãoquerendo eu lhe tirar o mérito de grande treinador que é.
E não sou capaz de ouvir este treinador dizer que os Portistas que têm memória o aplaudirão de pé, porque ninguém apaga aquilo que ele fez no Porto e porque estes sabem que ele teria que ir à sua vida à procura de novos objectivos. E não sou capaz porque eu sou dos que têm memória e até entenderia que ele fosse à sua vida após ganhar a Liga dos Campeões. Todos sabíamos que ele iria sair.
O que não precisava era daquele fait divers para o efeito. Festejava com aqueles que o ajudaram, respeitando todos, tal como o fez Artur Jorge em 1987 e sairia pela porta grande tal como este saiu no ano de 1987, após ganhar aquele maravilhoso caneco. Também Ricardo Carvalho, Paulo Ferreira e Deco festejaram junto com aqueles que o apoiaram e gastaram o seu dinheiro em viagens para os apoiar e sairam para clubes estrangeiros, que todos sabiamos inevitável, e sairam para outros clubes, não precisando daquele choradinho de quem se acha o melhor do mundo.
Logo, de um lado estarão os meus, os Dragões. Do outro os Ingleses.
E de um lado estarão aqueles que fazem tudo para eu me sentir content6e e do outro lado aqueles que querem que eu fique triste.
Como tal, logo será gritar Porto até que voz me doa...
E no fianl espero ter uma boa prenda...

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Vai uma partida de Bridge?

Pois é, quase estive para não escrever este post, por causa de uma partida de bridge que tinha aprazada... Mas achei que o joguito, na minha lista de prioridades estava depois do blog!

Já o mesmo parece que não pensou o Presidente do Conselho de Justiça da Federação que em vez de ouvir a leitura da proposta de acordão sobre o "Caso Quaresma" terá preferido adiar a mesma para data oportuna (para ele, que a (in)justiça aqui é secundária) de molde a não interferir com a jogatana de sexta à tarde...

Aliás, só isso já diz tudo sobre a nossa justiça: juizes que à sexta à tarde vão jogar bridge, que se revoltam por as férias juduciais deixarem de ser de 2 ou 3 ou lá quantos meses por ano eram... É claro que estas coisas não vão ser investigadas... A PGA MJM sobre isto nada terá a dizer nem, provavelmente, achará estranho tal comportamento! Quem sabe se a jogatana não a incluiria a ela também num dos cantos da mesa de bridge...

Está visto, que como a tarja dizia, este ano será "contra tudo e contra todos"... Para além dos 11 adversários, dos 4 juízes, do Conselho de Disciplina da Liga, também agora o Conselho de Justiça da Federação e até a própria Justiça com a PGA MJM à cabeça! Se ganharmos este ano, será muito mais que um milagre, será uma prova de fé e crença em forças superiores... que só os verdadeiros Dragões podem superar!

Pavão

sábado, 17 de fevereiro de 2007

TOMÁMOS A DEVIDA NOTA

Depois do Conselho de (In)Justiça da F.P.F. ter designado a pretérita sexta-feira para se reunir e deliberar sobre várias matérias, logo os vassalos jornaleiros começaram a sua sórdida tarefa, com o Rascord (Avante LAgartão) à cabeça. Um qualquer iluminado escriba escrevinhou algo sobre "estranheza" no seio da Liga, motivada por tal celeridade. Sim, porque celeridade na justiça, é coisa que ninguém quer... A ideia era lógica e simples - seria para despenalizar Ricardo Quaresma. Não importa que houvesse outros pontos na agenda, como por exemplo o recurso do Zé Pedro. Não, a reunião, segundo os jornais, seria tão somente para decidir o recurso de Quaresma.
Ora, o que fez então o CJ? O que todos sabemos. Deliberou sobre todos os pontos da agenda, menos o recurso de Quaresma. Mesmo o recurso de Zé Pedro, que podia ter sido decidido para a próxima semana, uma vez que o jogo a retirar seria precisamente esse e não o deste fim de semana, foi decidido. Do ponto de vista legal, não há qualquer legitimidade. Não podem os Senhores Juízes (sim, são Juízes de tribunais superiores) pura e simplesmente não deliberar. Do ponto de vista da justiça (sim, os Juízes existem para fazer justiça), esse conceito supremo que deve sobrepor-se à mera legalidade, o desagendamento é ainda mais escandaloso. Se fosse uma questão de sobrecarregamento de agenda, torna-se evidente que o recurso de Quaresma devia ter prioridade sobre o do Zé Pedro.
Ainda mais grave, a não justificação. Todas as decisões judiciais, disciplinares, contra-ordenacionais, ou outras quaisquer, têm que ser justificadas, de forma a haver transparência e controle. Uma decisão não justificada não é uma decisão. É uma arbitrariedade cometida por quem menos a pode cometer.
Tudo isto que acabo de escrever são, obviamente, dissertações sobre moral e justiça. Não tenho a veleidade de insinuar que o CJ foi arbitrário e cometeu uma ilegalidade. Não, eu vou mais longe.
Afirmo claramente que tudo isto foi um cenário premeditado. Depois de se criar uma alínea de exclusão nas leis do jogo, mais concretamente no artigo que regulamente a marcação de grandes penalidades, de forma a que tal castigo não seja aplicado a favor do Futebol Clube do Porto, a mensagem de toda esta encenação é simples - "vocês não têm qualquer direito". Marcaram assim, mais rapidamente do que é habitual a reunião, de propósito para poderem fazer o que fizeram e passar claramente a mensagem que, nem no relvado, nem na justiça desportiva, há qualquer comtemplação ou aplicação igualitária das Leis. Tomámos a devida nota, Srs. Drs.



PS - não me admirará rigorosamente nada que Quaresma seja despenalizado.

Perdigão partiu

Com 77 anos de idade, Perdigão é mais uma glória portista que nos deixou. Perdigão foi um dos campeões de Yustrich em 1958/59, peça fundamental na equipa.

A ele o meu aplauso sentido. À familia as minhas sentidas condolências.


Imagem retirada do blog Xafarica.

Pavão