terça-feira, 31 de outubro de 2006

CRIMES SEM CASTIGO?

Não me é possível transcrever o artigo do MST com o título que aponto em epígrafe e publicado no avante lampião de hoje,3ª feira, cuja leitura aconselho a todos os pezados consócios e comparem-no com as opiniões dos trogloditas Fernando Guerra e Cruz dos Santos na página seguinte do mesmo pasquim!
Começou o branqueamento... Como diz o Jorge Maia in "O JOGO" de hoje, a propósito do veigarista, mas que eu alargo a todos os safados daquele clube: «hão-de ir pelos seus dedos...». Em riste.

domingo, 29 de outubro de 2006

ASSASSINO



Este trauliteiro, parte pernas e caceteiro, foi o carrasco que executou a missão mais específica que o Engenheiro Fernando "Chapa 3" Santos treinou na semana que antecedeu o jogo - eliminar a todo o custo o prodígio. Conseguiu-o à meia hora de jogo, depois do prodígio ter já deixado bem patente o dom com que nasceu. Graças, claro, à complacência do Calabote (mais uma). Ficámos mais pobres uns meses. O futebol está de luto. Entradas assassinas destas a um menino de 18 anos, porventura a mais fascinante descoberta de sempre do futebol português, empobrecem e entristecem o futebol. O carrasco saíu a rir, sem amarelo e vai continuar a praticar a sua profissão. O menino vai ficar de muletas uns meses, atrasar a sua ascenção meteórica ao Olimpo do futebol e perder dinheiro dos prémios de jogo. É o triste futebol português. Recordo que um assassino inglês que mandou o Pedro Mendes para o hospital foi castigado pelo próprio clube com 8 semanas de suspensão. Como é diferente o futebol lá fora... Depois de terem partido o maxilar a Quaresma logo na primeira jornada, agora isto. A questão fica no ar. Se tivesse sido o Simulão? Como seria?

Deixo-vos com um texto extraído do site oficial:

"A coincidência de mais um atentado ao futebol espectáculo

O futebol é um desporto que costuma destacar os melhores artistas, aqueles nos surpreendem repetidamente e enchem estádios, reforçando a magia do espectáculo. Anderson é um desses craques. O prodígio do F.C. Porto diverte-se com uma bola nos pés e encanta quem dirige o olhar para a sua arte. Anderson é um valor que o jogo deve proteger.
Este sábado, porém, Anderson foi vítima da violência de uma equipa que, a ter em conta a folha disciplinar, não é propriamente bem comportada. Os dados da Liga Portuguesa de Futebol Profissional não mentem: Mesmo com um jogo em atraso, a tal equipa «vítima» já somou 25 cartões amarelos e cinco vermelhos e tem o segundo pior registo do campeonato 2006/07. Sintomático.
O que se passou ontem no Estádio do Dragão foi mais um atentado ao futebol espectáculo, uma coincidência lamentável que roubou ao desafio um dos seus maiores pólos de interesse. Precisamente como na temporada passada, no mesmo local do terreno, no meio-campo, junto aos bancos de suplentes, o jogador que mais podia desequilibrar foi intencionalmente atingido com violência por um grego, confirmando a teoria de quem vê estes casos como manobras planeadas.
Há um ano foi Lisandro Lopez, derrubado ao minuto 21. Desta vez foi Anderson, ao minuto 31. E o cenário de coincidência sai reforçado com nova constatação: o árbitro era o mesmo e a opção de não sancionar o lance e o agressor, da mesma nacionalidade e adquirido na respectiva época, foi decalcada...
Alguma Comunicação Social deste domingo é clara e inequívoca: «pancada» (O Jogo, pág. 3), «partir a perna» (O Jogo, pág. 18), «varrido do jogo» (O Jogo, pág. 5) e «entrada violenta» (A Bola, pág. 5) são referências taxativas acerca da gravidade da ocorrência.
Estas sim são situações que devem ser definitivamente banidas do futebol. Se, todavia, continuarem a repetir-se, sem a resposta célere e adequada dos órgãos competentes, ninguém poderá acusar o F.C. Porto de deixar de apostar em artistas que ajudam a encher o campo dos adversários, para passar a apostar em atletas robustos capazes de resistir à violência e dançar ao som da mesma música."

Por fim e apenas para maiores de 18, a execução.

VOLTO AO MESMO

Apetecia-me discorrer sobre alguns apontamentos que me ocorreram no decurso do encontro de ontem no Dragão quer quanto à insegurança dos defesas laterais, apesar da enorme raça e do muito querer demonstrados, quer da influência positiva que o Paulo Assunção transmite como trinco, quer da estranha incompatibilidade que este ano demonstra a manutenção simultânea dos três: Raul, Paulo e Lucho. Dê por onde der, mas ao mesmo tempo este ano não funciona. Foi o que se viu: a perda do meio campo e os arrepios da 2ª parte. Continuo a não perceber algumas das convocações do Jesualdo, já para não falar das substituições: o Tarik? Valha-me Santo António (será que chegou a tocar na bola?Se O Quaresma já não podia, não teria sido preferível o Vieirinha ou até o Diogo Valente? Pelo menos davam outra vivacidade e o Diogo outra consistência defensiva. Mas não os tinha convocado.
Por outro lado, continua a faltar-nos o grande Lucho. Se ele estivesse em campo, como no ano passado, não falhava aquela bola que o Quim defendeu nem o Fucile passava por tantas aflições.
Estranho também a jogada do Marec Cech que está na origem do 2º golo adversário e o facto de, nos cantos contra nós, não estar ninguém a resguardar os postes. O golo do grego só é possível por erro de marcação.
Mas, caros consócios,a vitória de ontem trouxe-me um amargo de boca e uma revolta que me deixam profundamente abalado. Trata-se da forma violenta e cobarde como inutilizaram (por vários meses!) o nosso Anderson. Propositadamente. Não me venham dizer que foi uma jogada perfeitamente casual, porque, desde o início, se estava a adivinhar, perante a complacência de um árbitro cobarde e mesquinho que, face a faltas de muito menor gravidade foi lesto na mostragem do "amarelo". E contra quem? Quem foram os amarelados? Revejam o jogo e vejam até aos 20 minutos quantas faltas grosseiras já tinham sofrido os nossos jogadores. É sempre assim. Como de costume, os sarrafeiros e ordinários são sempre os mesmos, mas os comentadores de serviço, o painel dos árbitros e os observadores acharam tudo normal, mesmo que, pelo caminho, se tivesse inutilizado um jogador de altíssima qualidade. Que interessa, é do Porto! Se fosse ao contrário, se o lesionado fosse um simulãozinho ou um nuninho das melenas,isso sim, aí caía o Carmo e a Trindade... E isto é que me irrita. Se estivéssemos num país a sério, agora o f....da p.... do grego iria parar tanto tempo quanto durasse a recuperação do Anderson. Era para ele e os "petits" do nosso futebol passarem a ser mais comedidos e a jogar a bola. Não foi assim com o Paulinho Santos? Mas nesse caso era a "prima dona" vermelha e o do F.C. do Porto um carroceiro. Não era assim que a imprensa da altura os designava?
Achei estranho que o Santinhos treinador não tivesse dito nada, ele que foi tão insidioso a falar das premonições do jogo com o Alverca. Será que teriam sido ordens suas?
Depois destas atitudes vergonhosas que têm sido o pão-nosso de cada dia ao longo das últimas décadas, ainda vêm os "bardamerdas" dos bakeros e outros anónimos e não anónimos imbecis lampiões a proclamar loas. Vão mas é para a pata que os pôs que é uma forma eufemística para não usar o português vernáculo.

HAVIA NECESSIDADE?

Nunca o ambiente num clássico foi tão puro. Total ausência de animalária vermelha, ambiente fantástico a lembrar outros tempos, paixão azul e branca em todo o seu esplendor.
Jogo começado, massacre total e avassalador. Aos 20 minutos dois golos, um deles uma (mais uma) obra de arte daquele que não serve para a selecção do seu País e cheiro a goleada. Antes já havia tentado, mas a claque dos infiéis ainda não tinha chegado. Quaresma resolveu esperar e, mal a animalária entrou, espetou-lhes aquele balázio como prémio de boas vindas.
À meia hora, o parte-pernas grego, a exemplo do seu compatriota no ano passado, assassinou as pernas do menino prodígio, perante a complacência de Calabote, que não marca falta nem exibe nenhuma cartolina. Por isso, em dois clássicos, Andershow jogou apenas meia hora. Eu, se fosse jogador infiel (Deus me livre!), na verdade, faria o mesmo. Aquela meia hora em pareceria com o Harry Potter, dá cabo do juízo a qualquer adversário. Se não se pára a bem, para-se a mal. Vamo-nos habituando...
Na segunda parte tudo foi diferente. O nosso jogo ficou mais pausado, e os infiés reduzem fortuitamente pelo parte-pernas. Vai dái, Su Ferreira, num daqueles momentos de paragem cerebral a que nos vai acostumando faz a substituição mais assobrosa da história do futebol. Tira o genial Quaresma, melhor em campo a léguas de qualquer outro e mete... o Unifinta Sektioui. Era mesmo essa a substituição que o Porto precisava para segurar o jogo...
Vaí daí, teve o que merceia - o empate do adversário, a fazer lembrar tantos outros jogos semelhantes sob o comando do H3N1. Por sorte, Deus, não Alá, resolve aparecer e dar justiça ao marcador, com um golo de raça de Bruno Moraes, o jogador do plantel que mais merece esta alegria.
No final, o que interessava - a vitória. Mas quem viu a primeira meia hora pergunta - havia necessidade de passar da goleada ao sofrimento?? O responsável por tudo isso, Su Ferreira, como sempre, veio no final dizer que deviam ter ganho mais folgadamente, tal como na semana passada havia dito que não gostara da exibição. Eu pergunto: a culpa é de quem, SU?

sábado, 28 de outubro de 2006

Chantagens e chantagistas

Quando do banho de bola nos primeiros vinte minutos vi o " petit" a marcar o Anderson, disse logo: «vai haver borrasca, o puto vai levar sarrafada e não acaba o jogo!» Dito e feito. Não foi este trauliteiro, foi o grego que é da mesma cepa. Levou algum amarelo? E nas outras entradas à margem das leis dos lampiões houve algum amarelo? Estes estavam reservados para os jogadores do Porto num critério intimidatório como era de esperar! Era a razão de desconfiança que os benfas tinham do Lucílio Calabote? Viu-se. Tratou logo de descansar os caceteiros! Se calhar, como é costume, os observadores não viram? Pôr um jogador como o Anderson fora de campo logo aos vinte minutos e não ser admoestado é obra. O CD vai ficar calado? Também não me admira. A campanha de chantagem começou há muito tempo e os chantagistas estavam lá. No camarote e no banco, com gravata vermelha, para dar nas vistas. Mas nem assim! Francamente! Assim, até parece que dá mais gozo. VIVA O PORTO !!!VIVA O NOSSO MÁGICO PORTO!
A apreciação ao comportamento da equipa e às opções do treinador ficam para outra ocasião!

sexta-feira, 27 de outubro de 2006

E ESTA HEIN? O SISTEMA ATACA NO SINDICATO DOS JOGADORES

Vítor Baía é o melhor guarda-redes da Liga 2005/06 para o Sindicato dos Jogadores, que elaborou uma tabela tendo em conta a eficácia dos guarda-redes em função do número de golos sofridos, dos minutos somados e dos jogos realizados.

Vítor Baía, que completou 24 partidas no campeonato da época transacta, foi o primeiro classificado, seguindo-se no pódio os nomes de Paulo Santos (Sp. Braga) e de Moretto (V. Setúbal e Benfica). Baía, que na fase final da temporada perdeu a titularidade da baliza dos dragões para Helton, soma assim um título individual a um vasto currículo, precisamente no mês em que festejou o seu 37.º aniversário.

Na tabela final do Troféu Tsunami, o sportinguista Ricardo aparece na quarta posição, seguindo-se o boavisteiro William.


In Avante Lagartão, edição de hoje.

OS CROMOS

Não há dúvida nenhuma que cada clube desportivo, na sequência, aliás, do que sucede na sociedade em geral, tem os seus indivíduos que, pelas suas taras e manias, pelo seu exibicionismo bacoco, pela sua ânsia exagerada de protagonismo ou, na maioria dos casos, por uma evidente dose de estupidez revelam uma tendência exacerbada para o ridículo e para a asneira. São aqueles que se transformam em caricaturas de si próprios, não se dando conta do triste espectáculo que proporcionam. São aquilo a que vulgarmente se dá o nome de "cromos". Disse que todos os clubes os têm. É vulgar. O que já não é vulgar é a quantidade exagerada com que abundam lá para os lados da 2ª circular. Estou só a falar dos vermelhos. Se calhar são todos ou ...quase todos: dirigentes, técnicos, jornalistas enfeudados, jogadores, adeptos,desde um Vale e Azevedo aos exemplos recentes dos copofónicos "Vilarinho & Toni", desde um Tinoco aos actuais Vieigarista e Veigarista, desde os que vão e os que ficam, Mozers, Chalanas, Simulões e Sarrafeiros ( grandes na sarrafada e "petits" na arte da bola... passando por adeptos genuínos como os Barbas, os Salas, os autores de os "donos da bola", os jornalistas da rádio, da TV e dos Avantes, as Leonores Pinhão e maridos trogloditas, os portadores de "milhafres" (até quando?), os que são ou foram porta-vozes de direcções e se banqueteiam em jantares para as revistas, as Cinhas Jardim...enfim, não tenho tempo nem espaço para referir uma pequena parte dos palermas da vastíssima galeria dos cromos lampiões.
Há, no entanto, um que anda a pôr-se em bicos de pé para fazer parte de tão famigerada como estulta companhia: é o Sr Bakero!
Trata-se de um caso patológico! Como não pode ir para os jornais ou para a televisão vai para os blogs dizer patacoadas e deve ficar todo ufano, pois julga que fez um servição. Os pobres de espírito são assim! Os Bakeros são assim. Um treinava a Real Sociedad e já levou um chuto...

Caros seis milhões de Lampiões...

Vocês insinuam-se muitos, mas não consegeum fazer uma invasão como esta...
Porque não é para quem quer, mas sim para quem pode...
Kadafi... Nós estivemos lá...


Ah, e já agora Kadafi, não vás de carro nem na camioneta, podes sempre ir no camião roubado...

terça-feira, 24 de outubro de 2006

Começa bem o Sr Vítor Pereira

E ainda há quem diga que a chantagem não compensa!
A campanha descabelada e soez que os famigerados cromos lampiões, os exemplares e impolutos kadhafi vigarista e o seu parceiro veigarista, têm andado a desenvolver contra o Presidente (com maiúscula!) do nosso Porto, logo seguida da vergonhosa perseguição ao árbitro Carlos Xistra com insinuações pérfidas e vergonhosas (também é verdade que vergonha é qualidade que não abunda por aquelas paragens!!!) tinha como objectivo exercer a mais escandalosa das chantagens sobre o CA da Liga, o qual muito servilmente se prestou à indecorosa nomeação do Calabote dos nossos dias para o prélio do Dragão.
E gritam por moralização os canalhas que fizeram o que fizeram no jogo com o Estoril! E gritam moralização os biltres que parece já terem esquecido toda a campanha persecutória de épocas passadas, com sumaríssimos e castigos nas vésperas dos jogos em que os Dragões (também com maiúscula!) tinham que enfrentar os vermelhos! E gritam moralização os estafermos que lançam a atoarda de um árbitro ir tomar café a casa do nosso Presidente, mas não falam dos jantares com árbitros e observadores do veigarista e, se calhar, do parceiro vigarista!
É por isso que tenho nojo dessa escumalha desavergonhada. Até o santinho do Santos (que deve estar a sentir o dito a arder com os resultados obtidos) vem com insinuações. Gostaria era que esse «santo» de pau carunchoso explicasse por que motivo não ganhou os dois campeonatos a seguir ao Penta. Se sabe de tantas coisas! Deve ser muito burro então!
Parvo é o Jorge Nuno que ainda se não deu conta do calibre do figurão. Também tem cá um dedo para escolher amigos o nosso Presidente (sempre com maiúscula!)! Dizer que esses três aventesmas já foram das suas relações! Francamente. Depois amarga-as.

segunda-feira, 23 de outubro de 2006

Perspectivas

Quase um mês depois, eis-me regressado às lidas bloguistas e logo para comentar os dois últimos encontros do nosso Porto.
Ao contrário do que muitos escreveram ou disseram não achei «quase perfeita» a exibição portista contra o Hamburgo. Apesar do resultado desnivelado e da satisfação pela vitória alcançada, a equipa continuou a denunciar algumas fragilidades e uma estranha inconsistência em campo que precisam de ser rapidamente minoradas para não termos que engolir sapos. O desnível do resultado teve, quanto a mim, mais a ver com um conjunto de circunstâncias favoráveis do que com o primor da exibição, muito diferente, por exemplo, da goleada por igual score que alcançámos frente à Lázio, onde, mesmo tendo sofrido um golo, se adivinhava a cavalgada sensacional que se veio a verificar.
No jogo com o Hamburgo, se o árbitro tem validado o golo perfeitamente legal dos alemães e se o avançado germânico não tem metido infantilmente a mão à bola no fim do primeiro tempo, não sei como teria sido a segunda parte...
No meu modesto entender, há coisas que não estão a carburar, não sei se por deficiência táctica, se por por problemas de outra índole, mas o que é um facto é que o motor não engrena com a facilidade desejada e que é perfeitamente possível. Parece-me que o "busílis" está ainda na organização do meio-campo. O Paulo Anunciação está menos certo do que no ano passado, parecendo um pouco à deriva com o que agora lhe é pedido e está muito mais faltoso, como se viu ontem no jogo com o Sporting; o Lucho está a milhas do jogador influente, dinâmico e catalizador da época passada («qué passa, comandante?»); a subida de forma do Quaresma é intermitente como são intermitentes as prestações do Postiga e do Lisandro. Quero, no entanto, penitenciar-me quanto ao desempenho do Helder que eu previa negativo e se tem revelado promissor. Mas eu sublinho promissor, porque lhe ponho ainda muitas reservas, dado ser extraordinariamente trapalhão e jogar pouco de cabeça levantada, o que prejudica muitas vezes a equipa em situações de grande área. Quanto a mim,porém, a maior dificuldade está na engrenagem e articulação do meio-campo.
Relativamente ao encontro com os lagartos numa coisa estou de acordo com Jesualdo: «o resultado foi melhor do que a exibição». Valeu-nos a colaboração prestimosa do Ricardo, porque em jogos em que o nosso Baía esteja presente (nem precisa de jogar!!!) o Ricardo tem sempre que mostrar que no Montijo é que está o melhor guarda-redes português! Mas foi o que nos valeu, dizia eu. Não que o resultado tenha sido injusto nem é para os lagartos fazerem o estardalhaço que estão a fazer. No entanto, pergunto dado que são coisas que me confrangem: como é possível sofrer bolos como o de ontem ou o segundo do Braga? No de ontem o jogador fica sozinho em frente do guarda-redes após a marcação de um canto! Como é possível, Senhor Jesualdo? No de Braga, a linha média estende uma passadeira para o defesa adversário poder visar a baliza! Como é possivel, Senhor Jesualdo?
Nunca gostei do Co Adriaanse, mas depois do encontro com o Amadora, não me lembro do nosso Porto dar destas abébias. E há erros de marcação que são notórios. Pode ser que esteja a ver mal, mas continuo a pensar que o Raúl Meireles não é um trinco ( por que não experimentar o Bosingwa nessa posição? era capaz de não ser má ideia; é alto, é rápido e não chuta pior do que o Raúl!).Julgo,contudo, que o ascendente do Sporting no meio campo se deveu à falta de protagonismo do Lucho,dado que o Jorginho até nem jogou mal de todo. É uma pena no corpo a corpo perder muitas vezes, mas com o Lucho a jogar como na época passada, a prestação defensiva e ofensiva da nossa equipa teria sido bem diferente.
Sei que o que vou dizer não merce a concordância de grande número dos frequentadores deste blog, mas sinceramente acho que até agora o nosso Porto tem vivido mais da intermitente capacidade de alguns dos jogadores do que da qualidade da equipa como conjunto. E isso é sempre muito perigoso.