sexta-feira, 13 de outubro de 2006

A MAIS PURA DAS VERDADES!!!

"Carta aberta" por Alcides Freire in "o Jogo"

"Caro Sílvio Cervan,
O Benfica pode até ser o principal clube da Liga mas, "infelizmente", tem direito a dois votos como qualquer outro clube.
É mais ou menos como na democracia portuguesa, um deputado, ou ex-deputado, pode até ganhar mais do que um jornalista, ou advogado, mas mesmo assim quando se dirige à secção de voto só tem direito a uma cruz por boletim.
O sistema pode parecer injusto, mas foi o melhor que se arranjou.
Se não fosse a assim, qualquer general carregado de medalhas gastaria os boletins de voto e nada sobraria para o soldado raso.
É o preço da democracia, mas pelos vistos não há sistema político melhor.
Afastado da Direcção da Liga, onde esteve quatro anos, o Benfica terá levado consigo mais do que o director-executivo, a Comissão Disciplinar e a Comissão de Arbitragem.
Pelos vistos, a julgar pela exigência que faz agora, terá feito um embrulho com o rigor, transparência e verdade desportiva, escondendo tudo no Estádio da Luz.
E devem estar como novos, porque em quatro anos faltou, pelo menos, algum rigor e transparência.
Se quiser tudo de volta, a nova Liga eleita com os dois votos de cada clube, bem como o voto destinado aos que jogam na Honra - tramado este sistema que atribui votos a todos, seja qual for a sua importância - , terá de seguir o principal clube. Caso contrário, o principal clube não acreditará na boa vontade do organismo.
Ou és por mim ou contra mim.
É de crer que nos restantes clubes haja quem também tenha aprendido o que é rigor, transparência e verdade desportiva, mas se calhar não tem direito a a provar a sua existência porque lhe faltam milhões de adeptos em Portugal e arredores.
Na democracia - é que, de facto, não há melhor sistema - o que conta é o número dos votos e não a importância deles.
Isso era na Idade Média. "

terça-feira, 10 de outubro de 2006

UM BARCO À DERIVA

O Futebol Clube do Porto é, infelizmente, um barco à deriva. Ficámos a saber que o resultado do último exercício foi negativo em 30 milhões de euros. Não, este não é o passivo total. É apenas o prejuízo de um único ano desportivo. No mesmo discurso feito pelo presidente, ficámos a saber que esse resultado é uma opção consciente...
Ao mesmo tempo, hoje veio noticiado um qualquer projecto que tem como meta a breve prazo aproveitar-se ao máximo jogadores das camadas jovens. Isto parece tudo muito bonito e animador. Mas será mesmo assim? Então vejamos. Quanto às contas, pergunto eu onde pára o dinheiro das vendas de Maniche, Derlei,Costinha, Seitaridis, Deco, Paulo Ferreira, e Mourinho, bem como o dinheiro da conquista da Liga milionária. Será que foi uma "opção consciente" gastá-lo em contentores de jogadores brasileiros e em indemnizações a treinadores de 3ª categoria? Estaremos a falar da mesma consciência que permite que, após 4 treinadores falhados se aposte num quinto da mesma cepa, com direito a indemnização ao Boavista? Será que o montante de 30 milhões não estaria pago com a passagem à fase seguinte da Liga dos Campeões do ano transacto?
Já relativamente ao projecto "Visão 611" (que raio é isto?), apenas me dá vontade de rir. O truque da poeira nos olhos dos sócios só deve pegar relativamente aos sócios anlfabetos. Deve ser o mesmo projecto que coloca o Vierinha no banco, o Hélder Barbosa no Braga e no lugar deles o Alan e o Tarik Unifinta Sektioui...
Até o Titanic estava mais seguro no meio dos glaciares do que este barco nas mãos desta SAD. Digo e reafirmo: enquanto esta SAD não for corrida e for em sua substituição injectado sangue novo no Clube, não só ficaremos na segunda divisão europeia, como nos arriscamos a falir. E estamos a falar de uma SAD que teve nas suas mãos condições únicas na história do futebol nacional para manter o clube largos e bons anos na frente do pelotão europeu - dinheiro a rodos, belíssimos jogadores (nacionais) e prestígio suficiente para seduzir bons jogadores e treinadores. Em dois anos apenas, nem jogadores, nem dinheiro, nem prestígio. No seu lugar ficou apenas uma estranha tendência para o suicídio, uma deconcertante desfaçatez que permite tratar o sócio como um diminuído mental e, mais grave que tudo isso, uma letergia da massa associativa que a tudo assiste e a nada reage.

30,1 milhões?

"A SAD do FC Porto terminou o exercício de 2005/2006 com perdas de 30,1 milhões de euros, muito acima dos 1,1 milhões do exercício anterior, de acordo com os dados comunicados à CMVM.

Os proveitos operacionais foram de 46,2 milhões de euros, estando em linha com o verificado no exercício anterior. A grande diferença estará na diminuição das mais valias de transferências de jogadores, em 26 milhões de euros.

A SAD informa ainda que constituiu uma provisão «que prejudica o resultado do exercício em 5,35 milhões de euros, obedecendo ao princípio da prudência, pelo incumprimento dos prazos de recebimento de créditos sobre o Dínamo de Moscovo».

O clube defende ainda que fez uma opção estratégica de manutenção dos principais valores do plantel, o que teve um impacto no resultado líquido do exercício."

Esta é a notícia que está a rolar.
30,1 milhões de euros é muita areia para a camioneta do nosso clube. Em parte também se deveu ao fracasso da Liga dos Campeões, mas não justifica tamanho prejuízo.
A continuar assim, não vamos muito longe, não...

sexta-feira, 6 de outubro de 2006

EU AJUDO, SU.

Ora então, com mais de uma semana de antecedência,cá vai o meu 11 para defrontar o Marítimo:

Helton
Bosingwa
Pepe
João Paulo
Cech
Paulo Assunção
Anderson
Raul Meireles
Quaresma
Vieirinha
Bruno Moraes

Em alternativa, pode sempre meter 3 centrais e três trincos. Ouvi dizer que o Marítimo luta pela Taça Uefa, logo é preciso cautelas..

OBRIGADO POR TUDO!!!

Jorge Costa oficializou ontem o fim da sua carreira futebolística, numa entrevista ao programa televisivo ‘Pontapé de saída’, da RTPN. O antigo internacional do FC Porto admitiu ao entrevistador e seu antigo colega de selecção Paulo Sousa que o seu futuro “irá passar obrigatoriamente pelo futebol. Só não sei se será amanhã ou daqui a dois anos... A carreira de um jogador tem um fim, mas a paixão continua”.

Numa longa entrevista de uma série que Paulo Sousa promete fazer junto de algumas personalidades ligadas ao futebol, Jorge Costa recuperou alguns dos momentos marcantes da sua carreira e reconheceu que foi José Mourinho quem o marcou mais: “Todos os treinadores me marcaram. Nem todos pela positiva... Mas não esperava aos 30 anos, quando já pensamos que sabemos muito, que fosse evoluir tanto como com o José Mourinho.”
Jorge Costa elogiou o actual técnico do Chelsea – “não só em termos tácticos como na relação com os jogadores” – recordando que foi com José Mourinho que pela primeira vez fez treino integrado.
O capitão do FC Porto relembra que a maior virtude da equipa que venceu a Taça UEFA e a Liga dos Campeões era a alegria que evidenciava, bem como o pressing alto. “Independentemente do 4x3x3, com losango ou sem losango, os princípios de jogo mantinham-se na Luz, em Alvalade ou em Manchester.”

O ‘Bicho’, como é conhecido no futebol, admitiu também a felicidade de ter trabalhado com Carlos Queirós e Nelo Vingada, quando ainda jovem deu os primeiros passos nas selecções – “foram fundamentais em termos tácticos e nos fundamentos do futebol”–, mas é a Costa Soares que deve o ingresso nas camadas jovens dos ‘dragões’: “Ao serviço do Foz, tive a felicidade de ter feito dois bons jogos com o FC Porto.”Nesta entrevista à RTPN, Jorge Costa ignorou os períodos críticos por que passou quando teve de deixar o FC Porto.

Primeiro para o Charlton, com Octávio Machado a treinador, e mais recentemente para o St. Liège (Bélgica), depois de não constar das opções de Co Adriaanse e ter declinado o convite para integrar a equipa técnica do holandês.Mas foi a quando da sua passagem das camadas jovens para os seniores, ingressando no Penafiel, que o carismático capitão cresceu como homem: “Foi um ano em que aprendi a sofrer. Vinha do FC Porto, onde tinha tudo. Passei a ter ordenados em atraso e tive de aprender a sofrer, a poupar e a contar o dinheiro... E como jogador, aprendi a lutar.”Agora, terminada uma carreira feita de mais êxitos do que infortúnios, Jorge Costa agradece o facto do seu nome continuar a ser um símbolo do FC Porto: “Sinto-me realizado por uma carreira de que me posso orgulhar”, concluiu.

José Mourinho marcou o ‘Bicho’, que não se esquece da forma como o então treinador do FC Porto preparava os jogos: “Com três a quatro semanas de antecedência, dizia: ‘tu daqui a quatro semanas vais estar castigado. Vais sair três dias com a tua família e desapareces... A família adora e nós ficamos contentes”, recorda Jorge Costa, que se sente eternamente grato ao agora técnico do Chelsea. “Um indivíduo que me dá três dias de folga, quando se está a discutir a Liga dos Campeões. Eu tenho de morrer em campo por este indivíduo... Não fazia só comigo, mas também com os outros”, recorda o capitão.

Jorge Paulo Costa Almeida nasceu no Porto a 10 de Outubro de 1971 (34 anos).
Iniciou a sua carreira de futebolista profissional no Penafiel (1990/91). Passou pelo Marítimo (1991/92) e ingressou no FC Porto em 1992 onde permaneceu até 2001. Com a entrada de Octávio Machado para treinador foi dispensado e ingressou nos ingleses no Charlton, regressando aos ‘Dragões’ no final da época (2002).
Permaneceu nas Antas 2005, ficando de fora das opções de Co Adriaanse.
Tinha contrato com o St. Liége (Bélgica).

Será que o MST andou a ler "odragao.blogspot.com"?

Miguel Sousa Tavares, na sua crónica de terça-feira no Avante Lampião, fez uma análise que em tudo concordamos e até alertamos aqui. Utilizei mesmo um titulo para o post "quem tem medo compra um cão" que agora é utilizado por ele. Por entender pertinente e por assinar por baixo, aqui vai:

"A mesmíssima coisa aconteceu ao FC Porto, no seu embate perante essa multinacional que dá pelo nome de Arsenal. Tal como aqui escrevi, no próprio dia do jogo, a minha crença num bom resultado era diminuta, porque entendo que os portistas não têm equipa para competir ao nível mais allto da Europa.
Mas chegou a ser confrangedora a diferença de classe, de atitude e de capacidade técnica entre uma equipa que caça com um Thierry Henry e outra que caça com um Hélder Postiga.
Que o FC Porto iria naturalmente perder eu já sabia. Não esperava é que Jesualdo Ferreira, também ele, cometesse o eterno crime dos treinadores portugueses frente aos grandes jogos: entrar em jogo a medo, mudando a estrutura rotinada da equipa para introduzir corpos estranhos e malabarismos tácticos, cujo único sentido é sempre o de reforçar a capacidade defensiva.
Como seria de esperar, Ricardo Costa só atrapalhou, Postiga foi totalmente inócuo e Lucho González assinou mais uma exibição de valor zero, mas com direito divino a manter-se sempre em campo.
E, como era também de temer, a mensagem assim dada pelo treinador passou à equipa: o FC Porto entrou em campo borrado de medo, aproveitando o pontapé de saída para gastar minuto e meio a passar a bola de uns defesas para os outros, muito contentes porque o Arsenal ainda não tinha criado perigo.
Não admira que, ao fim de dois jogos europeus, ainda não tenha conseguido sequer marcar um golo. Ora, quem tem medo compra um cão, não vai à Liga dos Campeões.
Diga-se de passagem que ontem, em Braga, o FC Porto confirmou o que já era patente para quem tivesse estado atento, independentemente dos primeiros resultados positivos: que esta equipa do FC Porto, até ver, tem mais estatuto do que qualidade."

Helton, por Jorge Maia in O Jogo

Woody Allen costuma dizer que não só Deus não existe como também é quase impossível arranjar um canalizador ao fim-de-semana.
No futebol, onde por definição não há insubstituíveis e até estão previstas três substituições por jogo, a mitologia é uma coisa particularmente transitória e os deuses de hoje pela manhã são os falsos ídolos de mais logo à tardinha.
Ainda assim, há mitos que perduram. Vítor Baía, por exemplo, é um caso raro de longevidade no Olimpo do futebol, apesar da intifada que lhe foi movida por meia-dúzia de infiéis. Quase 20 anos ao mais alto nível e uma lista de títulos que não cabe aqui e não se repete em nenhum outro currículo são mais do que o suficiente para o colocar acima dos comuns mortais.
É claro que, de vez em quando, aparece um mortal incomum, capaz de escalar o Olimpo pelos seus próprios meios. Helton é um desses mortais. O brasileiro chegou ao FC Porto devagar, sem se colocar em bicos de pés e deixou que o trabalho falasse por si. Não chegou à titularidade por decreto, não lhe tiraram os obstáculos do caminho, conquistou tudo sozinho, inclusivamente a crítica.
Hoje, defende sem contestação a baliza do FC Porto, a mesma que desabou sobre inúmeros antecessores à mínima referência ao nome de Vítor Baía.
E é por isso que a viagem de ontem para o Kuwait, onde se vai juntar à selecção brasileira, promete ser a primeira de muitas. Porque se Helton é titular numa equipa onde Baía é opção, pode ser titular em qualquer equipa. E isso é mais do que muitos podem dizer.

Mais do mesmo:
"Vou com a vontade de mostrar o meu trabalho e fazer o mesmo que tenho feito no FC Porto: dar o máximo e ser recompensado"
Helton

terça-feira, 3 de outubro de 2006

SOLUÇÃO: VARRIDELA GERAL

Desde a gloriosa campanha de 22003/2004, a Administração da SAD colocou cinco projectos de treinador à frente do Clube. O primeiro, Gigi del Neri, nem aqueceu o banco. Escolha acertadíssima para treinar o campeão Europeu, uma vez que dificilmente um treinador de créditos firmados aceitaria treinar tal campeão. Resultado: época perdida à partida, indemnização paga a quem nada fez. Veio Fernandez, o começo do descalabro e segunda indemnização paga na mesma época. Terminou-se com Couceiro e, vá lá, não foi precio pagar indemnização. Uma vez que a SAD aprende com os erros, contratou um holandês conhecidíismo, cuja maior façanha na vida foi levar o AZ Alkmaar ser eliminado nos descontos do prolongamento da meia final da Uefa, quando tinha duas substituições no banco por fazer. Neste entretanto, e para demonstrar a sua polivalência no que concerne a caminhar para o abismo, a SAD conseguiu desfazer a fabulosa equipa que tinha, derreter os ganhos milionários que dariam para sustentar a equipa ao mais alto nível durante uns anos e contratar mais de vinte jogadores, dos quais só se aproveitam Anderson (que só está cá a rodar), Lucho, Ibson, Quaresma, Helton, Pepe, Assunção, Raul Meireles Cech e Lisandro. Pelo meio, pérolas como Sonkaia, Tarik e Ezequias e outros que tais dos quais ninguém se lembra do nome, e o desperdício de Diego.
Em dois anos apenas, roçamos a penúria financeira, não se vê diminuição de passivo e os melhores jogadores pertencem a um obscuro fundo internacional. Em termos desportivos, voltámos para a segunda divisão europeia depois de termos sido campeões.
Não contentes, depois da bênção que foi a saída do holandês, sem ter que se pagar indemnização, a SAD desperdiçou a oportunidade de ouro de ter um homem da casa pegar na equipa, por tuta e meia. Sim, estou a falar de Rui BArros, que em apenas três jogos demonstrou ter potencialidades suficientes para ser o treinador principal. Nem inteligentes foram. Quase a começar a época, a SAD tinha a desculpa que precisava para se proteger. Correndo bem, levavam os louros. Corerndo mal, ninguém contestaria, por se tratar de Rui Barros. Mas não. Nem os resultados e exibições excelentes convenceram a SAD. Tinham que arranjar nova forma de depauperar o Clube. Vaí daí, resolvem arranjar conflito com o clube da Avenida e pagar 200.000 contos para lhes fazer o favor de lhes roubar Su Ferreira. Com esse brilhante acto de gestão, hipotecaram todas as hipóteses de despedir Su se necessário for. Repare-se: ninguém dá 200.000 contos por um treinador, para o despedir a meio da época e tornar a pagar nova indemnização. Isto significa que vamos ter que aguentar Su Ferreira toda esta época e provavelmente a próxima, a não ser que ele faça o mesmo que o H3N1.
Podia continuar a dar exemplos da gestão ruinosa da actual SAD. Dos cinco projectos de treinador, apenas um treinou a equipa que escolheu - o H3N1. Nenhum dos outros conhecia os jogadores ou escolheu quem quer que fosse. É com muita tristeza que vejo isto acontecer. Isto explica que, dos 6 ou 7 amigos que partilhavam lugar anual comigo, este ano apenas o Dragão tenha renovado o lugar. Se calhar para o ano deixo-o sozinho, porque comigo não vão contar mais.
O actual estado de coisas só muda com uma varridela geral. O Clube precisa de sangue novo. Nas próximas eleições deveria surgir um projecto vencedor diferente, com caras novas e ideias novas. Estas já cheiram a bafio.

O BAPTISMO DE JESUALDO

Jesualdo Ferreira, depois de bater em mortos na quatro primeiras jornadas do campeonato (melhor dito, na 2ª à 4ª, porque se viu aflito com o Leiria), teve 3 baptismos de fogo. Daqueles que queimam mesmo. No primeiro, com Tariks e Alans e Ezequias, não conseguiu ganhar ao CSKA. Apesar de tudo, quase conseguiu. No segundo, comportando-se como treinador do Olivais e Moscavide, perdeu apenas por dois com o Arsenal. Deve ter ficado contente, pois não foi goleado. Agora, contra o Majestoso e Imponente Braga, repetiu a façanha. Dois trincos em simultâneo nunca fizeram mal a ninguém. O resultdo: o mesmo de Londres. Vendo-se a perder, tirou então um trinco e meteu o Lisandro. Empatando, deixa-se estar sossegadinho, que um pontinho é bem bom. Mas não é que os malandros do Braga resolvem meter mais um golo? Ora, volta a estar a perder, volta a mexer.
Saldo final. Saíu chamuscado num jogo,queimado em dois. Os adeptos já perderam a ilusão e têm sensação de dejà vu. Qual era mesmo o treinador a caminho da 3ª idade, sem títulos, que ganhou a lotaria ao vir treinar o Porto e que nunca ganhou um jogo decisivo? De facto, as semelhanças entre Adriaanse e Jesualdo são tantas que, e já que falamos de baptismos, que a partir deste momento Jesualdo merece ter um petit nom também, tal como o holandês. Assim, a partir deste momento e para mim, Jesualdo Ferreira passa a ser Su Ferreira. Deve pronunciar-se Zu, de Jesualdo, mas lido com S também lhe assenta bem. É um diminutivo amaricado, a condizer com a forma aterrorizada com que ele encara adversários de maior valia.

segunda-feira, 2 de outubro de 2006

Jogo importante...

Considero o jogo de logo à noite muito importante. Trata-se do priemeiro testa a sério ao Campeão Nacional na Superliga.
O Braga tem uma excelente equipa e um bom treinador, na minha óptica.
O Mágico Porto tem uma série interminável de lesões, quase todas eles provenientes de lesões musculares e não de traumatismos, que, sou-vos sincero, considero bastante estranhas.
Pelo que, hoje à noite temos um primeiro teste de peso ao nosso Mágico Porto.
A ver vamos como corre...